Panini

Expresso Oriente #40

Black: Malas pra quê? Tá indo pra onde?

Bruna: Para as minhas merecidas férias, ué. Rélooou, já é dezembro!

Black: Por isso esses quinhentos livros? Vai virar escritora, por acaso?

Bruna: Não, talvez, não sei ainda. Mas livros nunca são demais, além do que, preciso colocar minhas leituras em dia.

Black: Ah, sei… Leituras interessantes, hein? Uhum…

Bruna: *cof cof* Não vamos entrar nos detalhes, ok?

Black: Aham, escondendo algo, é? Bom, se prefere assim… Toca o som, produção!
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Avalanche Mangá: Como a indústria acabou com o seu bolso

Eu não compro muitos mangás. Não desde 2009, acredito, e olha que naquela época eu colecionava uns dez por mês. Minha prateleira está cheia deles, e isso que muitos amigos afirmam ter o dobro, talvez triplo da minha coleção. Não é que não goste, acreditem, adoro e gostaria de ter o naipe deles. É algo que planejo para um futuro distante, mas não agora. Repito: não é que eu não goste, é só que, como muitos dos fãs de quando os mangás surgiram no Brasil, na onda de 2000, eu cresci, fiquei sem dinheiro para colecionar tantos mangás e agora sou obrigado a escolher entre eles. Essa é a história da indústria de quadrinhos e como ela ferrou com os fãs.
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