Jornal …

Em uma iniciativa inovadora tecnológica nacional, o ScS vai repassar a vocês nobres otakus leitores as notícias do mundo da cultura nipobrasileira, para vocês em segunda primeira mão, com os comentários bem humorados ou não de nossos mais trouxas disponíveis redatores.

Bem vindo a primeira edição do nosso Jornal…

Tony Black: Solta a música que o jornal tá começando
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Shounens sob a ótica feminina: Dragon Ball Z

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Este artigo faz parte de uma série, que você pode ver clicando AQUI.

Conheci DB quando era uma pequena pimpolha de nove ternos aninhos, acordada cedo em um sábado monótono, assistindo Sábado Animado no SBT. Pra que? Ganhei um vício.

Então eu cresci (não muito) e tcharam, descobri que existia algo chamado Dragon Ball Z. Eu não entendi qual era a do Z (e até hoje não entendo e tenho preguiça de pesquisar), mas entendi que o Goku, pequeno e fofo, havia crescido e se tornado um cara grande, musculoso e com o mesmo cabelo pohaloka. Vi também que ele havia casado e tido um filho e, no auge de meus doze anos me senti traída. Sim, traidíssima. Quer dizer, cresce grandão daquele jeito, casa, tem um filho e nem para me avisar?
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Shounens sob a ótica feminina: Shurato

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Este artigo faz parte de uma série, que você pode ver clicando AQUI.

Shurato sempre foi visto como uma tentativa não tão bem sucedida de desbancar Cavaleiros do Zodíaco.

Claro que isso na visão masculina predominante que sempre se tem sobre um shounen.

Mas, do ponto de vista de uma garota, que se você ainda não percebeu, eu sou uma garota, Shurato é um clássico de proporções mitológicas que tem uma história que beira os contos de fada.
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Shounens sob a ótica feminina

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Quando se fala em shounen, logo vêm a mente animes cheios de pancadaria, sangue, pouca história e muito fanservice. Ultimamente, os shounen vêm se mostrando um pouco mais diversificados, com histórias consistentes e interessantes, mas ainda assim com muita pancadaria e o tom machista sempre presente.

Porém, como no mundo de otakus e simpatizantes não existem somente garotos espinhentos e mal cheirosos, nós, garotas lindas e perfumadas, resolvemos falar do assunto. Não sob a ótica de um otaku pervertido e sanguinário, mas sob a ótica feminina, porque sim, nós meninas assistimos shounens, e amamos!

Pegue a sua pipoca, acomode-se em sua cadeira e preste muita atenção, pois colocaremos lacinhos nos seus personagens machões e destilaremos comentários estilosos sobre as roupas que eles usam!

Ok, mentira.

Mas prepare-se, pois começa agora o Conta-gotas especial: Shounens sob a ótica feminina. Pseudo-machões do ScS, segurem-se, vocês finalmente vão saber o que se passa pela nossa cabeça ao assistirmos seus animes favoritos!

Oferecimento: Rapousa e Bruna.

Shurato
Dragon Ball Z
Yu Yu Hakusho
Cavaleiros do Zodíaco
FullMetal Alchemist

Elfen Lied (2)

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Comentando em uns textos anteriores, já disse que não sou fã de animes, além de estragar o mangá, ainda tem os fillers pra ajudar a deixar melhor. Mas um dos poucos que eu vi por completo e achei do caralho foi Elfen Lied.

O anime tem tudo o que muitos animes deveriam ter, um ótimo enredo, ótimos traços e pancadaria de sobra.
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A Lenda Vive

Tem gente que não sabe (sei lá como, depois de tanto se falar), mas o Sake com Sal nem sempre foi um site. Começou como uma coluna besta, chamada Otaku é a Mãe! (que já passou por mais mãos que aquela guria da tua escola), até que minha pessoa a assumiu. Aí tudo descambou pra pior. O site original se desmantelou em vários mini-sites (tipo um Transformer de Michael Bay) e o Sake com Sal nasceu. Mas o site original não caiu, ao contrário de suas mini-versões. Ele continuou lá, o projeto incubado de um maníaco adorador de Chow-Chows. E hoje esse site chega ao seu segundo ciclo, mais um passo para a conquista global. É óbvio que eu estou falando do Ato ou Efeito.

Mais do que um blog (seus malditos blasfemadores!), mais do que um simples site de humor, o AOE é uma entidade. A casa dos adoradores da carne (em todas as suas versões), das piadas de mau-gosto e de chow-chows… Endeusamentos a parte, se você conhece o Sake com Sal e GOSTA (isso existe?), então deve conhecer o Ato ou Efeito. Aproveita, vai lá! Agora, com dois anos e mais maduro. (heh)

A Boa Terra (The Good Earth)

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Bom, esse texto vai ser diferente do que vocês noobs leitores estão acostumados, não vou falar sobre animes, cosplays ou qualquer coisa assim. Como já devem ter notado, o site não é apenas para este tipo de coisa, embora esteja bem ligado e tenha pontos específicos para isso.

Vou falar sobre um livro aqui, história envolvente e que interessa praticamente a todos que leram (pelo menos dos meus conhecidos, mas eles não são noobs como vocês :D ). O livro se chama “A Boa Terra” e foi escrito por Pearl S. Buck, não era chinesa, mas foi criada na China desde três meses de idade. A história se passa na China, com uma família comum, que tem dificuldades “comuns”, assim como qualquer família chinesa pobre do período.

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Perfect Blue

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“Mima Kirigoe é uma cantora do grupo pop “CHAM!”, que por influência de seu agente, acaba largando a vida de cantora e vai tentar a sorte como atriz e modelo, fazendo uma apresentação em um episódio de uma série policial. Porém, os fãs do antigo grupo não gostam muito da mudança… e apesar dela se sair bem na série comos ensaios sensuais, cenas fortes e de nudez (que ela fez com uma enorme contradição moral) são considerados, por determinados fãs, um sacrilégio à antiga imagem da cantora… Logo Mima começa a ficar preocupada, fica abalada vendo um fã que se autodenomina “Me-mania” em suas filmagens, e começa a sofrer ameaças do mesmo…”

Essa é mais ou menos uma introdução para Perfect Blue, ficou meio vazia, mas já dá pra ver a originalidade da história e a temática incomum, se tratando de um anime, para um dos melhores thrillers de terror psicológico, drama e suspense já animados, não que existam muitos filmes de animação assim…
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Immortal Regis

Immortal Regis

Um dia conheci Chonchu e passei a respeitar manhwas, não só respeitar como apreciar. Um traço mais definido, um modo diferente de contar histórias, o estilo de leitura igual ao dos ocidentais. Era o mais próximo das hq´s que os mangás poderiam chegar, mas feitos na Coréia. Assim, foi com um interesse extra que li o primeiro capítulo de Immortal Regis. O típico protagonista sofredor que conhece a garota fria me chamaram a atenção, mas eu não esperava vê-lo, logo no início, praticamente morto… E por causa dela! Era o início do sofrimento do Jae Hyuk. Combinando elementos clichês com boas viradas de trama e um enredo ágil, Immortal Regis seria um típico shonen de sucesso.
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Ost?!? Original Sound Track…

OST

Há uns seis anos eu não fazia nem idéia de como era o mundo dos animes no Japão, conhecia uns tantos, mas não me ligava que eram da terra do Sol Nascente. Aí tenho que agradecer a Naruto, o primeiro anime que comecei a acompanhar aficcionadamente sem me sujeitar aos cortes da tevê aberta. Meus pêsames, Dragon Ball. Graças ao mesmo Naruto que eu comecei a conhecer algo que está ali, tão descaradamente, mas que antes eu conhecia apenas como musiquinhas de abertura. Falo das OST´s dos animes.
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