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	<title>Sake com Sal &#187; Otaku é a Mãe!</title>
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		<title>LEDD</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 01:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Black</dc:creator>
				<category><![CDATA[Otaku é a Mãe!]]></category>
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		<description><![CDATA[Atualizado: Texto corrigido pela dica do Nobunaga e do Vinícius Cordeiro. Realmente, Holy é da Érica. Mals aí. Atualizado 2: E mais gente comentou do erro com as autoras. Gomennasai, Petra Leão. Sumimasen, Érica Awano. Não vai mais acontecer. =X Eu já falei disso antes, mas não dei a devida atenção, porque até então era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img alt="" src="http://i.imgur.com/MFtkJ.jpg" title="OEAM" class="alignnone" width="555" height="100" /><br />
Atualizado: Texto corrigido pela dica do Nobunaga e do Vinícius Cordeiro. Realmente, Holy é da Érica. Mals aí.<br />
Atualizado 2: E mais gente comentou do erro com as autoras. Gomennasai, Petra Leão. Sumimasen, Érica Awano. Não vai mais acontecer. =X</p>
<p>Eu já falei disso antes, mas não dei a devida atenção, porque até então era um projeto online com poucos capítulos. Bom, até agora, já que na semana passada recebi em casa a primeira edição encadernada de LEDD, com vários extras e páginas coloridas, mas estou me adiantando. Falemos um pouco antes do que é a obra e o que ela representa. Simbora cambada!<br />
<span id="more-22428"></span></p>
<p>Tormenta é o projeto mais ambicioso de RPG do Brasil. A começar por ter surgido nas páginas da saudosa Dragão Brasil, nosso periódico para falar de diversos sistemas, lermos matérias, pegarmos adaptações de vários tipos de cultura nerd para D&#038;D, Gurps e afins (incluindo animês) e também para acompanharmos o cenário mundial, já que o brasileiro demorou a engatar. Na época, Tormenta era voltado para o sistema 3D&#038;T, também do grupo da revista, e seus autores Marcelo Cassaro, J. M. Trevisan e Rogério Saladino, ainda estavam brincando com sátiras àquilo que mais gostavam: D&#038;D e animês. Assim, tínhamos personagens típicos de mundos medievais apelando de forma muito cartunesca, um tanto exagerada e de olhos muito grandes.</p>
<p>A primeira adaptação de Tormenta, na realidade predecessora ao sistema, foi Holy Avenger, do mesmo Cassaro e de Érica Awano. A revista, fina e mais parecida com uma comic, foi a plataforma para que os dois se tornassem realmente conhecidos e serviu para apresentar Arton, o mundo de Tormenta, para todo o Brasil. O sucesso gerou algumas crias, como Dungeon Crawlers, que eu considero fenomenal, apesar da curta duração. Trevisan queria lançar um projeto recentemente e procurou alguns artistas, até mesmo desconhecidos, para que pudessem fazer sua história de um herói desmemoriado. E foi convencido por Cassaro e Saladino a ambientar sua lenda em Arton, o que ele não faria originalmente. Assim, LEDD surgiu, mas faltava algo para virar o que tenho em mãos agora. Faltava Lobo Borges, o cara por trás do traço genial do “mangá brasileiro” (alguém lembra do que eu falei antes?).</p>
<p>LEDD tem duas ideias geniais: Ser lançado primeiramente na web, em fragmentos de capítulos de tempos em tempos, e fugir do estereótipo criado pelo mesmo grupo nos outros quadrinhos de Tormenta. O primeiro ponto foi ousado, já que dependia da boa vontade dos leitores para pagar por aquilo que tinham lido. Acreditem, vale a pena, eu sei disso, comprovadamente. Agora, o segundo é mais sutil. Holy Avenger gerou um paradigma para o tipo de aventuras em Arton, geralmente buscas em prol de algo maior. DC, que eu falei antes, é uma invasão à cidade élfica caída em procura de um tomo perdido. Em LEDD isso não existe.</p>
<p>A história começa com a prisão, aparentemente injusta, de um rapaz conhecido por Ledd que simplesmente não sabe o que isso significa, muito menos quem ele é. Entre as quatro paredes de sua cela, ele é abordado por outro prisioneiro, que se apresenta como Ripp e é um mago sem pelos no corpo que necessita de cabelo como matéria prima para todas as suas magias. Juntos, eles escapam da prisão “inescapável” e por isso são perseguidos pelo terrível Barba Branca. Contar mais é entregar spoilers, mas digamos que aos poucos os outros parceiros de crime deles surgirão. Entendam, Ledd não é simplesmente uma história sobre heroísmo. Não sabemos se ele é bom, se ele foi preso sem razão ou se Ripp (que curiosamente tem a mesma estrutura de nome que Ledd) é um mago abobalhado que tenta ser bonzinho. Ele cita Nimb, oras bolas!</p>
<p>O traço de Lobo valoriza o texto de Trevisan e temos bons quadros que ocupam páginas inteiras, seguidos de outros pequenos com bastante texto. Ainda não vimos do que LEDD é capaz, afinal foram apenas quatro capítulos, mas o pouco que é visto cria boas expectativas. Não espere, porém, um épico. Não temos o suficiente para fazer tantos elogios à trama, o que temos é o bastante, no entanto, para colocar como uma esperança  para os quadrinhos nacionais, aliado à AÇÃO (que já arrecada um número de  fãs) e ao, pelo menos eu acho, projeto do grupo Personae, aqui de Santa Catarina.<br />
Falemos então do encadernado, o que é importante, já que é minha sugestão de compra. LEDD possui um trabalho muito bom, talvez o suficiente para você que ache salgado pagar R$19,90 em um “mangá”. O papel das páginas e o da capa são bons, eficientes, como alguns da CONRAD em seu princípio. Olhando como colecionador, é o mínimo que uma Graphic Novel comprada em livraria precisaria. As cores ficaram boas, bem simples até, nas primeiras MUITAS páginas coloridas. É praticamente o capítulo de abertura INTEIRO em cores, o que melhora o já bom tratamento com a introdução. Aliás, existe um prefácio do autor que serve como cartão de visitas à trama.</p>
<p>Os extras são um primor à parte. Trevisan colocou alguns dos esboços que dão uma noção legal de como foi complicado chegar ao resultado que temos em mãos. As versões anteriores eram interessantes, mas Lobo e o escritor optaram por uma mais simples e talvez mais a ver com o Ledd sem memórias e sem pertences do começo. De quebra, temos uma prévia de como ele deve ficar quando adquirir seus kit de aventureiro. O mais divertido, porém, é que colocaram a capa que o mangá recebeu quando foi anunciado na brincadeira de primeiro de Abril. Na piada do autor, a história seria completamente diferente e envolveria uma comédia, e não a aventura que temos agora. Além disso, uma certa elfa peitu&#8230; digo, semi-nua, faria parte do mangá. Pena que mudou, mas quem sabe algum especial futuro.</p>
<p>Por fim, a cereja do bolo: o roteiro da parte final do capítulo quatro, que encerra o volume. Para quem sempre pensou em fazer um mangá, serve de inspiração, e dá também pra perceber como deve ser o name inicial que Shujin entrega pra Saiko em Bakuman. Foi toda essa soma de conteúdo principal e extras que fez valer a pena o preço “exorbitante”. Ledd é item de colecionador, fato. Se você compra mangás apenas para tê-los, pode se reservar aos capítulos da internet, bem recomendados. Mas se você, como eu, gosta de ter encadernados na estante, é um bom destino para os seus vinte reais.</p>
<div class="shr-publisher-22428"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2F22428.html' data-shr_title='LEDD'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2F22428.html'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2F22428.html' data-shr_title='LEDD'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Avalanche Mangá: Como a indústria acabou com o seu bolso</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 23:10:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Black</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Hipocrisia ou cinismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu não compro muitos mangás. Não desde 2009, acredito, e olha que naquela época eu colecionava uns dez por mês. Minha prateleira está cheia deles, e isso que muitos amigos afirmam ter o dobro, talvez triplo da minha coleção. Não é que não goste, acreditem, adoro e gostaria de ter o naipe deles. É algo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img alt="" src="http://i.imgur.com/MFtkJ.jpg" title="OEAM" class="alignnone" width="555" height="100" /></p>
<p>Eu não compro muitos mangás. Não desde 2009, acredito, e olha que naquela época eu colecionava uns dez por mês. Minha prateleira está cheia deles, e isso que muitos amigos afirmam ter o dobro, talvez triplo da minha coleção. Não é que não goste, acreditem, adoro e gostaria de ter o naipe deles. É algo que planejo para um futuro distante, mas não agora. Repito: não é que eu não goste, é só que, como muitos dos fãs de quando os mangás surgiram no Brasil, na onda de 2000, eu cresci, fiquei sem dinheiro para colecionar tantos mangás e agora sou obrigado a escolher entre eles. Essa é a história da indústria de quadrinhos e como ela ferrou com os fãs.<br />
<span id="more-22322"></span></p>
<p>Lembro que no princípio era fácil, eu contava nos dedos os títulos interessantes, e muitos deles só vim a conhecer bem depois, quando saí do feijão com arroz: One Piece, Blade, Dragon Ball, Fullmetal Alchemist&#8230; Com 50 reais eu comprava minha feira do mês, o que dava uns 8. O suficiente. Claro, na época a CONRAD ainda respirava e a JBC engatinhava, com seus baratíssimos mangás de 3,90, 4,90. Meio tankobon, é verdade, mas nós que mal conhecíamos os originais, ficávamos contentes de, no final do mês, ter conseguido atualizar nossas coleções. Em um exagerado 2008, eu mais a Sra. Black e meu irmão, gastamos aproximadamente 150 reais para completar o nosso armário. Dinheiro acumulado especialmente pro Anime Friends. E isso deu algo em torno de uns 40, 50 títulos. Hoje, isso dá&#8230; 12? 14?</p>
<p>Faz sentido. A CONRAD ficou em coma, após uma ingestão bizarra de algumas drogas pesadas, mas a JBC cresceu, se tornou gigante, e entrou no ringue com a Panini, a empresa ítalo-brasileira que domina os quadrinhos, sendo seguidas de perto pela pequena e excêntrica NewPOP. Com isso, aqueles poucos título, que somavam no máximo uns 15, se transformaram em milhares. O checklist da Panini e da JBC todos os meses é bem colorido, variado, com uma certa presença de Shounens (pra não dizer supremacia), e alguns poucos títulos laboratoriais, que estão dando algum resultado, apesar de pequeno ainda. Isso quer dizer que não só temos que peneirar pra separar alguma coisa, mas escolher pelo preço também. Os meio tankobons cresceram e seus 4,90 viraram 10,90. Ouch.</p>
<p>E não são títulos pequenos. Naruto, Bleach, D.Gray-Man, Fairy Tail e agora Air Gear, pra citar só uns poucos, estão todos os meses ali, pedindo para serem comprados. Se considerarmos que existem os títulos inertes, por algum motivo parados que podem retornar a qualquer momento, como Nana e Trinity Blood, a lista é enorme. E aos poucos eles foram um devorando a fatia dos outros. Qualidade é um termo divisório, mas nem por isso obrigatório. A escolha fica mais a ver com afinidade mesmo.</p>
<p>Entra então um problema: Se a indústria cresce pelo número de compras, como ela vai conseguir crescer quando a competição que ela própria criou é o motivo pela queda de vendas? O paradoxo teria uma explicação boa se o número de compradores estivesse aumentando exponencialmente, mas não é o caso. Não existe uma pelo tremendo para os mangás, assim como não existe para os quadrinhos. Para cada novo comprador, existem dois ou três antigos que são obrigados a abandonar o vício pela falta de verba. E a televisão não ajuda nesse quesito. Assim, o que engorda os cofres da Panini é também o que mata. Começa então a apelação.</p>
<p>Foram anunciados, ainda que não confirmados e batizados, volumes definitivos de clássicos como Sakura Card Captor e Samurai X, ou seja, títulos que esgotaram na época em que era barato comprar mangás, e que agora podem ser novamente aproveitados, ocupando o espaço dos títulos estagnados. Legal para quem não pode comprar antes? Até que é&#8230; Mas não deixa de ser a mesma coisa que a CONRAD fez antes com Dragon Ball, Blade, Vagabond&#8230; Não renova o mercado, e sim recicla produtos parados. E não, isso não é melhor do que trazer mais novidades para terminar de inundar. Se assim fosse, preferiria que renovassem One Piece, o que parece estar longe de acontecer.</p>
<p>Existem os sebos, óbvio, e muita gente acha que é reduto de material velho, usado, e feio, mas não. Muitos mangás consegui, em edições bem novinhas, através dessas maravilhas dos clientes insatisfeitos e agradeço por existirem. Novamente, não é solução, claro. Se um título vai massivamente parar em um sebo, como é o caso de alguns mangás mais antigos, é sinal de que as pessoas compram para experimentar, e não ficar segurando, não são coleções. Faz pensar.<br />
Não digo que a avalanche é o único mal dos nossos mangás. Outros problemas, como adaptações ruins, descaso das editoras ou mesmo a queda do poder aquisitivo (sim, já foi mais fácil usar 50 reais para comprar alguma coisa) podem ser tão ou mais perigosos quanto. Ainda assim, é preocupante ver que o mesmo número de mangás na checklist de uma só editora era o mesmo que, há uns três anos, encontrávamos em todas juntas. Um dia conseguirei comprar tudo que quero.</p>
<div class="shr-publisher-22322"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Favalanche-manga-como-a-industria-acabou-com-o-seu-bolso.html' data-shr_title='Avalanche+Mang%C3%A1%3A+Como+a+ind%C3%BAstria+acabou+com+o+seu+bolso'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Favalanche-manga-como-a-industria-acabou-com-o-seu-bolso.html'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Favalanche-manga-como-a-industria-acabou-com-o-seu-bolso.html' data-shr_title='Avalanche+Mang%C3%A1%3A+Como+a+ind%C3%BAstria+acabou+com+o+seu+bolso'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>A Morte ronda os mangás</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 02:33:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Black</dc:creator>
				<category><![CDATA[Otaku é a Mãe!]]></category>
		<category><![CDATA[Desespero dos autores]]></category>
		<category><![CDATA[Incongruências de roteiro]]></category>
		<category><![CDATA[Morra SEIYA!]]></category>
		<category><![CDATA[Morreu já?]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>

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		<description><![CDATA[Deixem-me apresentá-los ao novo contratado do ScS&#8230; Este é o Troll do Spoiler. Ele ficará aqui, na entrada do site e sempre que alguém ler algum texto com ele saberá: TEM SPOILER, PÔ! Sim, isso também quer dizer que se alguém quiser reclamar depois por saber que a Saori é Athena ou que o Naruto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img alt="" src="http://i.imgur.com/MFtkJ.jpg" title="OEAM" class="alignnone" width="555" height="100" /></p>
<p>Deixem-me apresentá-los ao novo contratado do ScS&#8230; Este é o Troll do Spoiler. Ele ficará aqui, na entrada do site e sempre que alguém ler algum texto com ele saberá: TEM SPOILER, PÔ! Sim, isso também quer dizer que se alguém quiser reclamar depois por saber que a Saori é Athena ou que o Naruto é filho do Quarto Hokage, bom, ele estará aí pra vocês poderem se entender. Divirtam-se.</p>
<div class="subtitlecenter"><img src="http://i.imgur.com/uoxOq.jpg" alt="center" title="Im Troll" /><strong>O nome dele é Horácio. Tratem-no bem. Ah, e ele é criação de Karu Panda Ltda.</strong></div>
<p>Sabe, deve ser realmente difícil escrever uma série longa em uma revista shounen. Tão difícil quanto é escrever em uma shoujo, josei ou afins, mas acredito que o shounen está na categoria mais criminosa, do tipo que mata bons autores de uma semana para a outra. Em um mercado cada vez mais competitivo em que sua opinião é sim importante (lá no Japão tem pesquisa em mangás, como visto em Bakuman, que determinam o que é cancelado e o que continua), é normal que certas medidas sejam tomadas para sacudirem as estruturas das histórias que estão sendo contadas. Muitas coisas como novos poderes, novos vilões e até mesmo fanservice são utilizados. Mas nada, eu garanto, NADA é mais dramático que uma morte de um personagem importante. E isso vale pra todos os gêneros que eu citei antes.<br />
<span id="more-22177"></span></p>
<p>Pra começar, não é algo que pode ser decidido do nada. Se um antagonista morre, e a morte dele não faz sentido, todo o mal que ele cometeu é considerado em vão e o leitor vão demonstrar aversão àquilo em breve. O campo deve ser preparado, se não dando dicas antes, pelo menos que as consequências sejam relevantes. Pior ainda se é algum aliado do herói ou o próprio herói. E, ah, sabemos o quanto isso acontece, não é, Goku?</p>
<p>Um exemplo disso é a morte de Maes Hughes em Fullmetal Alchemist. O personagem, que era um dos mais queridos dos fãs, estava prestes a descobrir toda a trama quando é pego em flagrante pelos homúnculos. Em fuga, ele consegue alertar Roy Mustang, mas é assassinado brutalmente e de forma covarde. Em seu funeral somos esbofeteados pelo pedido desesperado de sua filha, ainda pequena, de que não enterrem o pai, senão ele não poderá sair. Diacho, EU chorei com essa cena. E é a morte do tenente-coronel, agora coronel de brigada, que ativa o gatilho para que os irmãos Elric comecem a ficar paranóicos em sua busca. Arakawa, em uma jogada sádica e brilhante, nos imortaliza o personagem ao matá-lo, dando a ele uma importância que jamais teria e abrindo uma das cicatrizes mais profundas que os protagonistas iriam adquirir. Se nos emocionamos com as viradas em Fullmetal, é por causa de fragmentos como esse.</p>
<divclass="subtitlecenter"><img src="http://i.imgur.com/iKCac.jpg" alt="center" title="Maes Hughes" /><strong>Sim, Hughes, nós também choramos.</strong></div>
<p>Mas é claro, em outro caso a morte é incompreensível, mas necessária. É como com Ace em One Piece. Todo um arco é montado para seu resgate, um dos personagens mais fortes de todos, Barba Branca, move toda a sua frota para isso e Ruffy se distancia completamente da sua jornada e se afasta dos seus companheiros para salvar seu irmão mais velho. E em batalhas emocionantes, uma gigantesca guerra entre a marinha e um dos maiores piratas do mundo (quase literalmente), Ace é perfurado de forma mortal por um dos almirantes e cai nos braços do pai adotivo e do irmão desamparado. Ruffy falha, miseravelmente e é destroçado, por dentro e por fora. Ainda que muitos tenham ficado decepcionados, a morte de Ace é um dos estigmas do mangá. Como eu disse, é uma morte que não parece fazer sentido. Muito esforço foi feito para que aquele personagem sobrevivesse, Barba Branca iria morrer de qualquer jeito, então&#8230; Por quê, Oda? E então paramos e pensamos. Ruffy ainda é o protagonista, mesmo que o mundo de One Piece tenha ficado chocado com a morte de Barba Branca, é o irmão que ele perdeu ali. E essa cicatriz, ilustrada por um novíssimo X em seu peito, é muito mais profunda que a de um dos lordes piratas. Uma morte sem sentido foi o que desencadeou a mudança na personalidade dele, e é o que o tornará um líder melhor. Ainda não vimos no que isso o transformou, mas logo saberemos.</p>
<p>Mortes também são argumentos importantes para guinadas na história, mesmo quando elas não fazem grande sentido para os personagens principais. Asuma, em Naruto, foi a bengala de Shikamaru por muito tempo. Quando seu mestre foi derrotado e sacrificado por dois Akatsukis, Naruto nem sentiu, sabendo disso bem depois. Mas Shikamaru mudou, completamente, assumindo a posição que deveria ser dele desde a última saga da série clássica. Ali, quando o ninja que ensinou tudo que sabia, deu sua última lição, Shikamaru admitiu que era um adulto, um jounin, e deveria tomar a linha de frente. Se Kishimoto esqueceu isso depois, não importa, o personagem já estava maculado, já era, assim como Ed e Al, alguém com um objetivo maior. Ele passou a ser então o estrategista que todos nós, fãs, queríamos.</p>
<div class="subtitlecenter"><img src="http://i.imgur.com/NWSyO.jpg" alt="center" title="Sarutobi Asuma" /><br />
<strong>Engraçado como não foi esse hábito maldito de fumar que o matou. Ninja fumando, cadê o stealth?</strong></div>
<p>Há, claro, mortes que são tão indiscriminadas que poderiam ser tratadas como ferramentas editoriais, como em Gantz. Tudo bem, desde o primeiro capítulo sabemos que NADA é sagrado no mangá e mesmo o protagonista, Kei Kurono, escapará da faca. Por outro lado, quando a equipe toda, tirando ele, é dizimada em uma missão deixando-o sozinho com a esfera, um embrulho é formado no estômago. Pior, ele não tem como escapar dos males que virão e passa a falhar constantemente. O ápice é outro massacre, desta vez no &#8220;mundo real&#8221;, uma tentativa de um antigo funcionário de voltar ao serviço. Ouvi muitos dizerem que pararam de ler o mangá quando esse terrorismo no Shopping ocorreu e quase fui um deles. A verdade é que para alguns mangás, como Gantz, Berserk, Hokuto no Ken, a vida não é só preciosa, é algo que, se você não fizer de tudo para proteger, será tirada de você. E você não tem muitas armas para impedir.</p>
<divclass="subtitlecenter"><img src="http://i.imgur.com/Ba9pH.jpg" alt="center" title="Arrancares" /><strong>Pena que parte dessa galera aí é defunto&#8230; Desperdício.</strong></div>
<p>Citei alguns bons exemplos para constatar uma única coisa: Não existe mangá, bom ou ruim, que não vá utilizar desse argumento. Em Bleach vemos diversos inimigos morrerem a torto e direito e em tantos outros shounens por aí. Em Nana eu levei um soco no estômago com uma morte que não esperava. E provavelmente continuará assim. Só fica a critério dos autores decidir então a hora certa de fazê-lo. Matar um personagem não é só uma canetada, é uma responsabilidade enorme. Pois se ele foi escrito, e espero que bem escrito, em algum momento ele nos cativou. E sentiremos sua morte. Como de um amigo querido ou alguém que respeitamos. Esperamos então que eles sejam também respeitados pelos autores.</p>
<div class="shr-publisher-22177"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Fa-morte-ronda-os-mangas.html' data-shr_title='A+Morte+ronda+os+mang%C3%A1s'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Fa-morte-ronda-os-mangas.html'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Fa-morte-ronda-os-mangas.html' data-shr_title='A+Morte+ronda+os+mang%C3%A1s'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>A Jornada do Herói</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 19:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Black</dc:creator>
				<category><![CDATA[Otaku é a Mãe!]]></category>

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		<description><![CDATA[Um longo, longo, longo caminho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img src="http://sakecomsal.com.br/wp-content/uploads/2010/07/oeamnovo.jpg" alt="hero" /></p>
<p>Apesar do nome remeter a um elemento presente em fantasias (como o clássico Guerra nas Estrelas), a Jornada do Herói é mais do que uma simples alusão ao velho &#8220;Garoto ou Garota é afrontado por intenso inimigo, levado a um treinamento, provável perda do mestre ou mestra e então enfrenta o vilão&#8221;. É qualquer (generalizando, claro) passagem de um personagem do seu mundinho perfeito (ou não, tem uns aí que não são isso tudo) para um caminho tortuoso de conquistas e derrotas, culminando no confronto com o seu antagonista. Vai desde Ichico Kurosaki correndo atrás de Byakuya em Bleach a Sakura tentando pegar todas as cartas em Sakura Card Captors. É profundo e deve ser, mais do que tudo, respeitado. Ou no mínimo bem contrariado.<br />
<span id="more-21926"></span></p>
<p>A começar pelo que pode ou não constituir essa linha de ação. Um personagem que não tem nada a perder não pode ser exatamente classificado como herói. Ao entrar em sua jornada ele não fará sacrifícios ou, se fizer, dificilmente pensará em nada mais do que a recompensa que, ao contrário do que dizem, existe. E nem todo protagonista é um herói realmente. Para tanto, ele não precisa necessariamente salvar donzelas ou enfrentar os feiticeiros do mal, mas ser capaz de mudar o lugar ao seu redor, mesmo quando faz algo que seria uma maldade. Por outro lado, é praticamente regra que o aparecimento do herói denunciará um vilão, alguém que, visto pelo novo prisma, se mostra cruel, desalmado, alguém que fazia ou fará maldades por ser contrariado. Veja, a ocasião faz o ladrão.</p>
<p>Um exemplo de, claro, One Piece. Em primeiro lugar, Ruffy não deveria ser considerado um herói, não sempre. Ele realmente rouba, implica com povos que não querem ser mexidos, é um pirata&#8230; Por mais que isso seja COOL, isso o torna um vilão, até certo ponto. Mas é somente ele se meter que vemos como alguns personagens são ruins. Como Morgan. Muitos podem não lembrar, mas o primeiro oficial que Ruffy derrotou não era basicamente um déspota. Ele era ruim? Usava de força? Sim. Mas nem por isso era O Vilão. Era, no máximo, como aquele prefeito ruim que governa aquelas cidades fictícias nas novelas que sua mãe assiste. Seu filho, Herumeppo, poderia seguir o mesmo caminho e aí isso se tornaria um problema real. Seu erro foi prender Zoro ao tronco (uma cruz, pra falar a verdade). Quando Ruffy o libertou, Zoro, até então um mercenário em busca de espadachins para derrotar, iniciou sua jornada de herói. E acreditem, mais do que Ruffy ele trilhou essa estrada muito cedo. Não muito depois ele foi humilhado pelo seu maior rival e diversas vezes precisou se superar, não somente fisicamente mas como psicologicamente. E isso faz parte do fardo de ser um herói.</p>
<p>Aliás, não levem pelo gênero da palavra. Muitas outras personagens femininas também passam pelo mesmo, e no caso delas o buraco pode ser mais embaixo, revelando que não é só em mangás de Ação e Aventura que as coisas acontecem dessa forma. Lembram de Fruits Basket? Tohru Honda, uma garota que merece o troféu de Madre Tereza, precisou não só quebrar seus paradigmas mas também construir laços com praticamente toda uma família, ignorando seus preconceitos e inimizades. Ao fazer isso, ela também percorreu o caminho do herói e cumpriu os requisitos para seu merecido tesouro ser conquistado.</p>
<p>Outros heróis acabam se tornando contra sua vontade, superados por sua natureza, como Kenshiro de Hokuto no Ken e Gattz de Berserk. O primeiro é naturalmente bonzinho, ainda que durão e, apesar de estar marcado pelo estigma da dor, fez o possível para que os outros, sofredores e amaldiçoados, pudessem ter paz. Já o segundo, sob a grossa casca de grosseria e solidão, se revelou o homem que uma nação realmente precisa para deixar de ser enganada por tiranos e demônios e poder, quem sabe, ter momentos de real alegria.</p>
<p>O problema é que certas vezes vemos mangás que tentam subverter o gênero e encontram barreiras complexas em seu percurso. Como é o caso de Tsuna, o protagonista de Katekyo Hitman Reborn, um dos quatro grandes shounens da Shounen Jump que, aliás, não tem um bom arco desde Vongola Wars, acredito. Para conservar alguns dos pontos criados no princípio do mangá, que era de comédia, eles impediram que o protagonista demonstrasse crescimento emocional e prenderam alguns personagens aos seus esteriótipos. Cool, isso foi feito em Dragon Ball e Dragon Ball Z e deu certo. Mas não está dando em KHR. O que vemos é que Tsuna é um sortudo desgraçado, que mesmo rejeitando, acaba recebendo ajuda e apoio de todos os cantos e que ele continua imaturo. Uma coisa é você não querer ser o herói quando você pouco tem a ver com aquele mundo. Outra é NEGAR tudo que fez e que está afundado até o topo da cabeça na história e que DEVE, pelo bem não só seu, mas de TODOS, assumir aquele fardo. Heróis, na maioria das vezes, não escolhem, são escolhidos. Como Luke, que eu citei lá em cima.</p>
<p>Um bom divisor de heróis é exatamente esse fator: A escolha. Um herói, na maior parte das vezes, se sagra como tal ao aceitar o desafio. Ele passa a representar aquilo que as pessoas consideram bom e justo, quando possível, e pode até ser um canalha em alguns momentos, mas cumprirá o seu destino e salvará o universo. Nesse caso, personagens como Shinji, de Evangelion, não são heróis, ainda que suas ações demonstrassem o contrário. Isso porque eles se opõe ao que fazem, e com isso destróem o valor de seus feitos. Agradeça o quanto quiser a um grupo ou força superior, mas nunca diga que não valeu o esforço, ou que não foi você que fez ou, pior de tudo, diga que estão todos errados. Se estão felizes com você e não há mais um vilão por perto, ao dizer isso você estará ferrando com todos aqueles que se sacrificaram, a ponto de morrer, e que não estão ali pra comemorar. Isso te lembra alguém? Pois é.</p>
<p>E vamos então ao fim deste texto com um último detalhe: Heróis não necessariamente vencem sempre. Alguém já leu Watchmen, a superestimada Graphic Novel que praticamente todo fã de quadrinhos conhece? É exatamente o que digo. Lembrem-se de Kira, o pretenso herói de Death Note. Apesar de torcermos por ele, sabemos que ele possui uma linha de raciocínio errônea (ou não, vai que você compactua com ele) e no fim estamos ao lado de L. Mas no fim, o verdadeiro herói é o pai do garoto, que desde o início se coloca na linha de frente, para que a justiça seja feita e os inocentes protegidos. Ôba teve esse tato. Ele escondeu seu jogo, colocando aqui e ali heróis, pessoas que dariam a vida para que o mal fosse aprisionado. E chegamos ao final, deste mangá e do texto. Até breve. </p>
<div class="shr-publisher-21926"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Fa-jornada-do-heroi.html' data-shr_title='A+Jornada+do+Her%C3%B3i'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Fa-jornada-do-heroi.html'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Fa-jornada-do-heroi.html' data-shr_title='A+Jornada+do+Her%C3%B3i'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Matusaléns com rosto de criancinha</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 23:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Black</dc:creator>
				<category><![CDATA[Otaku é a Mãe!]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem gente que só engana perdendo o RG.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img src="http://i.imgur.com/68Yg8.gif" alt="" title="" /></p>
<p>Sabe, existe um efeito muito interessante em personagens de animê: Envelhecem em uma escala conhecida como inversão de Tsunade. Se for homem, suas rugas aparecerão já aos 30, e então daí em diante só ganhará cabelos brancos. Aos 70 ficará com a famosa curva de Quasímodo. Já as mulheres só aparentam idade com 45~50 anos e então pulam para as velhinhas de vez aos 70, fazendo par de vaso com os homens. Porém, algumas criaturas querem ir mais além e quebram totalmente as regras, permanecendo como lolis, crianças ou quem sabe até mesmo parecerem do sexo oposto, como os 6 desta lista, os melhores exemplares que consegui arranjar no &#8220;asilo&#8221;.<br />
<span id="more-21808"></span></p>
<p><img src="http://i.imgur.com/iMegp.jpg" alt="Matusaléns" title="Er... Black, é uma garota?!?, Não, pequenho gafanhoto, não." /></p>
<p>6º &#8211; Momiji Sohma (Fruits Basket)<br />
Para muitos, foi um soco no estômago saber que o loiro era só dois anos mais novo que Tohru, mostrando que os homens da família Sohma são banhados por outras maldições. A verdade é que por muito tempo, se pensou que Momiji era uma criança feliz e justificava-se suas alopradas. Porém, a partir do momento que ele entra no mesmo colégio dos primos, fica claro que de inocente o garoto tinha nada e algumas vezes ele meio que deu uma cantada na protagonista. Por parecer mais novo para aprontar, Momiji é nosso sexto colocado.</p>
<p><img src="http://i.imgur.com/1Etnn.jpg" alt="Quase confundi com o de cima... Quase." title="Quase confundi com o de cima... Quase." /></p>
<p>5º &#8211; Mitsukuni Haninozuka/Honey-senpai (Ouran Host Club)<br />
Um clone do Momiji, Honey abusa, porque ele não somente é bem mais velho do que parece, como ele é basicamente o mais velho dos protagonistas e não parece ter nem a metade da idade deles. Auxilia o seu disfarce o fato de ter trejeitos de um molequinho mimado, andar com um coelho de pelúcia ENORME (e rosa) e adorar doces. Aliado ao Mori-senpai, o garoto faz uma das duplas mais divertidas da série, e só revela sua idade ao demonstrar sabedoria, mais do que praticamente todos os outros personagens&#8230; juntos.</p>
<p><img src="http://i.imgur.com/UUbwM.png" alt="Óun... O que você vai fazer com esse cama... POW!" title="Óun... O que você vai fazer com esse cama... POW!" /></p>
<p>4º &#8211; Qualquer Arcobaleno (Katekyo Hitman Reborn)<br />
Eles são basicamente uma categoria, e não um personagem específico. A maioria deles aparenta ser, normalmente, um bonitinho (?) bebê vestido por pais maléficos, mas são, no fundo, no fundo, assassinos de diversos tipos diferentes, sendo o mais conhecido deles chamado de Reborn. Apesar de ser uma maldição, eles entram neste NTop por algo mais do que sua condição. Enquanto tem vontade, eles podem facilmente se camuflarem como criancinhas, escapando de poucas e boas (por exemplo, quando é pra culpar o Tsuna por alguma confusão deles).</p>
<p><img src="http://i.imgur.com/5apUP.jpg" alt="Pff... Esse pirralhinho?!?" title="Pff... Esse pirralhinho?!?" /></p>
<p>3º &#8211; Laharl (Disgaea)<br />
Muitos aqui não conhecem Disgaea. Outros sequer sabem que além do jogo, há animês, curtinhos, e de qualidade questionável. Mas para aqueles que não sabem, explico de forma rápida e muito resumida. Imagine uma garota tábua e que é um demônio e que ela tem algumas quests a fazer pelo bem do mundo (?) ou simplesmente pra suprir suas vontades. Laharl e um dos demônios que acompanha ela e se você for só pela imagem dele, pode achar que é alguém novinho. Mas ele tem incriveis 5 séculos, o que o coloca logo acima de Hebe Camargo e um pouco mais novo que o Sílvio Santos. Agora olhe de novo pra imagem dele e diga se você consegue acreditar.</p>
<p><img src="http://i.imgur.com/g5A7e.gif" alt="Olha, papai! Peguei um ovo dourado!" title="Olha, papai! Peguei um ovo dourado!" /></p>
<p>2º &#8211; Koenma (Yu Yu Hakusho)<br />
Depois de falar dos Arcobalenos e do Laharl chega a ser sacanagem falar do Koenma, considerando que ele é meio que uma mistura dos dois. Tanto é secular quanto parece um bebê na maior parte do tempo, além de ser demoníaco. A questão é que Koenma é assim não só por sua natureza infernal, mas porque ele acumula toda sua energia em sua chupeta, o que o impede de envelhecer como o pai e manter uma aparência humanóide. Se não bastasse isso, as duas formas dele causam confusão ao Yusuke, parte por acharem que ele está sacaneando um nenezinho, quanto por preferirem o &#8220;lindjo&#8221; Koenma adulto. Claro que tudo isso é remediável diante da dublagem fantástica dele enquanto ferrava com todo mundo na época da Manchete.</p>
<p><img src="http://i.imgur.com/oHitn.jpg" alt="Não fosse essa cicatriz aí, muito macho pegava..." title="Não fosse essa cicatriz aí, muito macho pegava..." /></p>
<p>1º &#8211; Kenshin Himura (Rurouni Kenshin)<br />
Assim como o 5º e o 6º lugares, o nosso campeão nem se esforça para parecer mais jovem, e tem muita gente ainda que se espanta ao ver que o protagonista de Samurai X (ah, vai, todo mundo cresceu ouvindo isso) tem mais do que 30 anos&#8230; Marromenos. De seu nascimento até encontrar Kaoru, Kenshin tinha aproximadamente 29 anos, e podíamos jurar que ele era uma menina, quando o víamos de costas. O caso é que o japonezinho, magrelo e de compleições finas poderia enganar tranquilamente e seria barrado em qualquer barzinho por aí quando fosse beber sakê, mas, quase trintão, era um dos mais fortes espadachins da Era Meiji. E mereceu nosso primeiro lugar.</p>
<p><img src="http://i.imgur.com/tTa5V.jpg" alt="Aiai, Tsu-chan... Que belo par de olhos você tem!" title="Aiai, Tsu-chan... Que belo par de olhos você tem!" /></p>
<p>Menção Honrosa &#8211; Tsunade (Naruto)<br />
A mulher que dá nome à esse fenômeno não entra no pódio por um motivo simples: Ela rouba, utilizando jutsus. Na realidade, Tsu-chan é uma GILF (pesquise, e não se arrependa) com atributos tão avantajados e visíveis que obrigatoriamente é colocada em qualquer lista do gênero. Apesar de nunca vermos sua real versão, a &#8220;vovó&#8221; já deixou claro que em algum momento da vida já teve realmente aquele visual, explicando porque Jiraya, apesar de saber que ela já não é mais assim, vive atrás. Tsunade-sama, você pode não ser a rainha desta lista, mas sempre será lembrada por nós.</p>
<div class="shr-publisher-21808"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Fmatusalens-com-rosto-de-criancinha.html' data-shr_title='Matusal%C3%A9ns+com+rosto+de+criancinha'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Fmatusalens-com-rosto-de-criancinha.html'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Fmatusalens-com-rosto-de-criancinha.html' data-shr_title='Matusal%C3%A9ns+com+rosto+de+criancinha'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Mimimi Nacional</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 23:59:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Black</dc:creator>
				<category><![CDATA[Otaku é a Mãe!]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje não tomei meu remédio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img src="http://sakecomsal.com.br/wp-content/uploads/2010/07/oeamnovo.jpg" alt="MIMIMI" /></p>
<p>Não sou um leitor com preconceitos. Por isso, sou capaz de ler do mais mequetréfe dos mangás ao mais brilhante, sem ter os surtos psicóticos que me fariam querer esganar o autor. Bom, tirando aqueles tão doces, mas tão doces que me fazem ter diabetes só de ler a primeira página, mas aí é caso clínico. Só que há um porém, e dos grandes: o termo muito utilizado nos últimos três anos, &#8220;mangá nacional&#8221;. Eu admito, nunca li e não tenho o mínimo interesse de ler Luluzinha Teen ou Didi em Mangá (ou como se chamar o subproduto Didi e Lili), todavia, já tive em mãos e passei os olhos por vários Turma da Mônica Jovem. E, claro, sou da geração Holy Avenger, então conta, certo? Errado. Mangá nacional é algo bem diferente e é o tema aqui hoje. De novo. Eu sei, já falei sobre isso, mas uma certa coisa que achei na banca reativou o debate. Vamos lá então.<br />
<span id="more-21683"></span></p>
<p>First, porquê nenhum dos itens citados anteriormente é um mangá nacional? Bom, há uns dez anos e até recentemente o Cassaro (Marcelo, um dos cabeças por trás do RPG Tormenta e autor da bagaça) afirmava que Holy Avenger não é um mangá. Por quê? Porque ele é um quadrinho, brasileiro por sinal, com traços de mangá, mas mantém sua identidade, nada a ver com uma reprodução das técnicas japonesas. Por esse caminho, Turma da Mônica Jovem também bateu na tecla de que não é um mangá logo nas primeiras edições. Como os outros dois são clones de TMJ, lógico que também não sejam mangás. Então, não existe mangá brasileiro? Aí&#8230; É que entram as coisas lado B. Pra começar, o que classificaria um mangá brasileiro? Ser de trás pra frente? Ter narrativa continuada? Ser em preto e branco? Tudo isso e nada disso. Mangá não é só um apanhado de características visuais, mas a linguagem. Se fosse tão simples, uma HQ de nada diferenciaria de uma Graphic Novel (Ok, forcei a barra). Perceba, se ler Darkness, uma típica história em quadrinhos e ler Berserk logo em seguida, verá uma série de similariedades. Mas elas não são a mesma coisa, nem de longe.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://i.imgur.com/QFPiq.jpg" alt="" title="Hosted by imgur.com" class="centro"/>Você? Mangá? Tira essa roupa vermelha que tu é moleque, entendeu? MOLEQUE!</div>
<p>Vamos enumerar então características que podem ser (ou não) definitivamente de mangás: Uso de onomatopéias, mesmo que suaves; foco em personagens, não em cenário; grandes espaços de silêncio (aqueles quadros em que as coisas não acontecem, há o &#8220;descanso&#8221; visual). Opa, então aquelas tirinhas de comédia são mangá? Não exagera, pequeno gafanhoto, faz favor? Dito isso, percebe-se claramente o NÃO nos quatro ditos antes e nada mais se insiste. &#8220;Mas é você que tá&#8230;&#8221; QUIETO, pequeno gafanhoto. O mangá brasileiro então, como eu disse antes, está no lado B, no ainda desconhecido. É o caso de um encadernado que encontrei hoje no sebo, chamado Sugoi, e lançado em 2004. Começando pelo formato, passando pelos tipos de história dentro, tudo tentava repetir o efeito dos periódicos japoneses. Um grande amontoado de autores tentando vender seu peixe, apresentar suas obras, que provavelmente poderiam virar tankohons depois, exatamente como lá. Só que esse é um jogo bem complicado aqui, bem complicado mesmo, e se em 2004 foi lançado e sete anos depois é a primeira vez que ouço falar disso, então&#8230; Aliás, é a primeira vez que vocês ouvem também, não é?</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://i.imgur.com/nlKZv.jpg" alt="" title="Hosted by imgur.com" class="centro"/>Triste quando ESTE é o maior acontecimento desses quadrinhos.</div>
<p>Mas essa aposta vai receber reforços em breve. Anunciamos há um tempo atrás uma delas aqui, a Ação Magazine, que segue a cartilha japonesa, como a Sugoi. O que há diferente então, e por quê pode dar certo? Sete anos depois, uma enxurrada de mangás passou por aqui e o público mudou, e muito. E o &#8220;mangá brasileiro&#8221; tem menos preconceito. Só que, como eu disse antes&#8230; É algo desconhecido. O paradoxo pode ser desfeito se fizermos a seguinte linha de pensamento: O fã conhece mangás, é apresentado a projetos de mangá brasileiro, passa a conhecer o formato com mais precisão graças a muitos títulos, e então recebe, nas bancas, um produto novo, similar à fonte daquilo que gosta. Resolve arriscar e é surpreendido com algo de qualidade. Não estou afirmando que a Ação será fantástica, obóvio, afinal, nunca tive em mãos, mas é fácil comparar aos não-mangás brasileiros e se algo foi aprendido nesses anos todos, então pelo menos UMA das histórias nela presta o suficiente para valer a revista. Não é assim no Japão? Não é assim com os quadrinhos americanos pela Panini? Então pode ser assim com ela também. E tem a Personae&#8230;</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://i.imgur.com/mYhuM.jpg" alt="" title="Hosted by imgur.com" class="centro"/>Entendeu, pequeno gafanhoto?</div>
<p>Tudo bem, você pode desconhecer a Personae. Ainda é fácil isso. São um grupo pequeno, um povo catarina (conterrâneos, quase vizinhos meus) que não lançou seu encadernado até o momento. Mas assim como o Lancaster (o da Ação), estão investindo e trazem mais autores brasileiros. Logo, em breve teremos muito material para ser lançado. E se não der certo, teremos muitos autores com fome, com vontade de lançar mais, e o mangá brasileiro pode finalmente se mostrar. Assim, como o brasileiro percebeu que seu gibi era diferente das HQ´s, vai perceber que seu mangá é diferente do mangá de lá. E vai acabar essa baboseira toda e poderei ficar tranquilo no meu canto, lendo toda e qualquer coisa que chegue na minha mesa. Menos Luluzinha Teen. Não deu.</p>
<div class="shr-publisher-21683"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Fmimimi-nacional.html' data-shr_title='Mimimi+Nacional'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Fmimimi-nacional.html'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Fmimimi-nacional.html' data-shr_title='Mimimi+Nacional'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Joguinho novo pra vocês</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 23:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Black</dc:creator>
				<category><![CDATA[Otaku é a Mãe!]]></category>

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		<description><![CDATA[O sucessor de YuGiOh.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img src="http://sakecomsal.com.br/wp-content/uploads/2010/07/oeamnovo.jpg" alt="VANGUARD" /></p>
<p>Teve uma época em que YuGiOh era o assunto de todo mundo, tinha um animê meio mequetrefe na tevê (que na real era bom, mas tinha uma propaganda TÃO ruim que pareceu ruim), um jogo de cartas nas livrarias e lojas especializadas (vulgo salinha de fundo de quintal que vendia Magic) e a polêmica envolvendo o Rei Caveira (que todo mundo dizer ser a carta do DEMO!!!) fazia os programas de domingo terem pauta pra meio ano. Só que o tempo passou, YuGiOh de cartas ficou realmente divertido e depois mais complexo do que deveria, o animê teve várias continuações, uma mais estranha que a outra e a polêmica passou pra outros joguinhos. Hoje, está no limbo de Beyblade. Só que, assim como Pokémon, YuGiOh teve crias, pequenos clonezinhos, uns bons, mas que nunca sairam do Limbo, e outros tão ruins que prefiro esquecer que existiram. Entre eles, um destaque: Cardfight! Vanguard. Promissor&#8230; Será?<br />
<span id="more-21654"></span></p>
<p>Quando surgiu, YuGiOh tinha uma vantagem sobre os outros TCG´s (Trading Card Game): As cartas poderiam ser jogadas, quase sem restrições, e você só teria que se preocupar em lê-las. Pouco trabalho, alguma diversão. Isso antes de surgirem os multisacrifícios, as cartas de efeito que alteram todo o jogo, os modos em dupla, em cima de uma moto, plantando bananeira e outros tipos de &#8220;inovações&#8221; que deixaram o jogo tão confuso. Vanguard vai mais além do que o YuGiOh original. Ele elimina todas as outras cartas, só existem criaturas. Para montar um deck, você só precisa de 50 criaturas, sendo 16 delas de um tipo específico e só tendo 4 de cada, no máximo. Sendo assim, é baratim, também. Mas por mais que pareça raso demais, há um detalhe: Existem clãs. E um animê pra tutorial.</p>
<p><a href="http://tinypic.com?ref=149tgu8" target="_blank"><img src="http://i54.tinypic.com/149tgu8.png" border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" class="centro"></a></p>
<p>De fato, assim como todos os outros animês-promoção, o de Vanguard é claramente uma explicação de como jogar esse troço, e considerando o quão novo ele é e que a maioria das cartas ainda está em japonês (mas já há a preparação pra todo o jogo chegar na América do Norte), é uma mão na roda se quiser entender o sistema de cartas. Obviamente, não vou explicar, mas você pode encontrar facilmente algumas wikias do jogo com breves descrições de como funciona. Sendo bonzinho, exercite sua fluência no idioma do Obama e leia essas duas tabelinhas de regra <a href="http://www.heartofthecards.com/cf/howtoplay.html">aqui</a>.</p>
<p>Feito isso, podemos ir ao que torna o jogo interessante: As cartas propriamente ditas. No animê, somos apresentados, aos poucos, a cada clã, que vão desde Cavaleiros do Rei Arthur até máquinas bizarrissimas, tudo no melhor estilo YuGiOh (caramba, como eu tô usando esse nome hoje!). O protagonista, que vocês acharão muito pior que Ash, Tai ou Yugi, é Aichi, e ele usa o Deck Royal Paladin e tem o Toque do Personagem Principal aflorado, comprovando que não importa a dificuldade, sempre há um Coração das Cartas. De fato, ele é tão chato que se vocês forem assistir o animê, tirem o som dele na presença do antagonista Kai, ou vocês terão pesadelos com &#8220;Kai-kun, Kai-kun, Kai-kun!&#8221;. Ignorando isso, os sete primeiros episódios apresentam praticamente tudo que se precisa saber para jogar Vanguard e os quatro tipos de Decks principais, que já possuem boxes fechadas a venda. E também já apresenta os truques para se &#8220;roubar&#8221; nesse jogo.</p>
<div class="legendacentro"><a href="http://tinypic.com?ref=2yobcrd" target="_blank"><img src="http://i53.tinypic.com/2yobcrd.jpg" border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic"></a>Me ensina a jogar Kai-kun? Kai-kun? Kai-kun!&#8221;</div>
<p>Se lembram de Seto Kaiba, o rival de Yugi no supra-citado YuGiOh, lembram também do seu deck Dragão Branco de Três Cabeças que tinha a peculiaridade de SEMPRE lhe fornecer os três dragões para fazer a fusão, assim como Yugi sempre conseguia o Mago ou a Maga Negra. Ou Kuriboh. Cara, como aquele bichinho &#8220;fofo&#8221; ficava tão forte? Alguém explica? Uárévá, Kai consegue ser tão ruim ou pior do que Kaiba, a ponto de a similiaridade em seus nomes se tornar evidente no tipo de cartas que usam. O deck Kagero de Kai é feito basicamente de dragões e seus auxiliares. E força a barra em força. É o tipo de deck que você escolhe se tem por objetivo uma destruição plena e rápida do oponente. Na contramão, o deck de Aichi é mais equilibrado (e por isso leia-se FRACO), mas que conta com combos absurdos envolvendo o Blaster Blade, que não, não é irmão do Buster Blade (novamente, YuGiOh) e suas evoluções. Ponto a favor de Vanguard: As cartas do animê são exatamente as mesmas do jogo real, logo, se você ver um combo bom em um episódio, copie-o. É fácil e acredite, barato.</p>
<div class="legendacentro"><a href="http://tinypic.com?ref=3310le1" target="_blank"><img src="http://i51.tinypic.com/3310le1.jpg" border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic"></a>&#8220;Ladrão? Eu? Sou o antagonista, isso sim! Agora com licença&#8230; OPS! Caíram duas cartas da minha manga!&#8221;</div>
<p>Mas Black, não tem pontos ruins nesse jogo? Tem, e é uma coisa meio chata, mas normal: Ele ainda é muito novo e não tem como investir em todos os tipos de deck que quer. Atualmente temos dez clãs: Royal Paladin, Kageru, Nova Grappler (do tampinha e irritante Kamui), Oracle Think-Tank (da absurdamente foda e linda Misaki), Nabutama (NINDJA!), Spike Brothers (muito legal a piada com futebol americano, mas precisava ser o deck do imbecil do Morikawa?), Tachikaze (lagartos cibernéticos&#8230; TOMA SPIELBERG!), Dark Irregulars (demônios&#8230; Uhull&#8230;), GranBlue (nada a ver com One Piece&#8230; Mas são PIRATAS ZUMBI!!! FUCK YEAH! PIRATAS VERSUS NINDJA!) e MegaColony (Insetos&#8230; Só pra variar&#8230; Blergh). Mas apenas os quatro primeiros são completáveis com a primeira série, apesar de que a segunda acabou de sair, trazendo mais dois clãs (as Lolicon Bermuda Triangle e os animais selvagens de Great Nature) e um empenho maior em Kageru, Oracle e Grappler. O bom é que como só está começando, é possível ainda colecionar e selecionar bem o tipo de jogo que quer desenvolver.</p>
<div class="legendacentro"><a href="http://tinypic.com?ref=11tbuy9" target="_blank"><img src="http://i52.tinypic.com/11tbuy9.jpg" border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic"></a>Como assim não posso fazer um deck ninja-zumbi-pirata-robô? E todas as cartas que tem nessa caixa?!?&#8221;</div>
<p>É divertido, é barato e tem uma mitologia legal, mas não é para qualquer um. Procurem dar uma olhada, vejam os vinte episódios disponíveis do animê, tentem jogar uma partida e procurem importadores. Eu tenho um contato para quem se interessar. O importante é ver se esta será apenas a moda do ano 2011 e se unirá ao limbo ou se será um jogo para ficar. YuGiOh chora pra se manter nos videogames, mas Magic está aí. Ride the Vanguard!</p>
<div class="shr-publisher-21654"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Fjoguinho-novo-pra-voces.html' data-shr_title='Joguinho+novo+pra+voc%C3%AAs'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Fjoguinho-novo-pra-voces.html'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Fjoguinho-novo-pra-voces.html' data-shr_title='Joguinho+novo+pra+voc%C3%AAs'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Eu fui! &#8211; AniVenture</title>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 00:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Black</dc:creator>
				<category><![CDATA[Otaku é a Mãe!]]></category>

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		<description><![CDATA[Falemos de suas aventuras...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img src="http://sakecomsal.com.br/wp-content/uploads/2010/05/mundootaku.jpg" alt="AV" /></p>
<p>Normalmente eu faria disto um Otaku é a Mãe! mas não será o caso dessa vez. Podem até alegar que está bem atrasado, mas eu justifico: Gastei esta semana e meia pesquisando bastante antes de fazer um review de evento, coisa que não faço há&#8230; Diacho, acho que nunca publiquei um aqui. Uárévá, me dêem um desconto, o AniVenture merece uma boa observada e acreditem, em breve vocês ouvirão tanto dele quanto do SanaFest ou, quem sabe algum dia, AnimeDreams e AnimeFriends. Se não conhecem este evento, sejam bem vindos, a Vila Anivennturiah acabou de fechar, mas está sempre aberta para o ano que vem. Sigam-me, desbravadores.<br />
<span id="more-21612"></span></p>
<p>Não, não é um publieditorial, apesar de ser fã do evento. Tudo o que disser aqui é (quase) isento, mas porque, como avaliaria se não me colocasse direto como público? Muito fácil ir a um evento e fechar a cara a tudo, apenas para criticar, faz sucesso e ainda coloca a péssima impressão de que nenhum evento presta. Ledo engano, para quem busca certas atividades, o evento é o prato certo, no restaurante escondido em uma &#8220;pequena&#8221; cidade catarinense de nome Itajaí. Ao contrário do típico bloco padrão cosplay-animekê-games, o AniVenture foca em um tema: Uma vila fictícia no qual aventureiros (os otakus) se reuniriam para participar de quests, ver palestras, acessar as lojas, etc. Ou seja, para cada espaço do evento há um foco, um nome e uma forma de existir, dividindo-o em um mapa como de uma vila típica de RPG´s. Para dar maior imersão, a atração principal, a Gincana Caça ao Tesouro, segue a &#8220;história&#8221; do evento.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://i51.tinypic.com/2n1crnm.jpg" alt="Gincana" />Os malucos da gincana&#8230; EI, eu conheço aquele no fundo!</div>
<p>Ok, muito bom, falar do negócio e só elogiar, mas vamos avaliar direito. Primeiro, quanto à disponibilidade de atrações. Muita gente considera ter stands, salinha de games e animekê como atrações, simplesmente por estarem ali. Muito pelo contrário, esses são componentes do evento que servem para &#8220;ocupar espaço&#8221; na programação, disponibilizar opções do que fazer enquanto se espera pelas verdadeiras atrações, dispostas em cronogramas pelo evento. Assim, deve-se contar outras coisas, como as ditas palestras e show de bandas. Como frequentador das outras edições desde a segunda (esta foi a quinta) posso afirmar, sem sombra de dúvida, que esta foi a vez que mais teve gente no palco para entreter o público. Desde cosplayers famosos, como Yuki e Vingaard, vencedores da etapa Brasil do WCS em 2007, a cantores de certo porte, como Rodrigo Rossi, a voz da abertura da nova versão de Dragon Ball Z, Dragon Ball Kai. De fato, o show do Rossi no domingo, com a banda Ryokan de apoio, foi um dos pontos mais altos do evento.</p>
<div class="legendacentro"><iframe width="555" height="446" src="http://www.youtube.com/embed/ldUaMu0Yv8A" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>Palhinha do Rossi no sábado no show da Ryokan junto do divertido Wendell</div>
<p>O que acho interessante nesse tipo de eventos é que mesmo quando se escolhem atrações diferenciadas, salvo o Friends que tem apostado em bandas e cantores japoneses mesmo, é a recepção do público, que demora a se entrosar, quando o faz. Wendell Bezerra esteve lá, e por si só, já é um feito, já que ele é o imortal Goku, assim como Bob Esponja e tantos outros. Ao se unir, no palco, com o Rossi, a química estava formada. Ainda assim, sempre tem aqueles que dão o sorrisinho amarelo e se afastam. Na humilde percepção deste que voz fala, uma coisa é certa em eventos de animê: Se quer qualidade, por favor, mostre quantidade. Não basta pedir que o evento faça, vão lá e se divirtam oras. Salve salve também as bandas Shibuya e Ryokan (que também teve um show solo muito do caramba) que continuam participando e fazendo tanta gente se empolgar com as músicas originais das aberturas e finalizações de animês, como disse neste outro texto <a href="http://sakecomsal.com.br/bandas-covers-e-a-j-music.html">aqui</a>.</p>
<div class="legenda"><img src="http://i51.tinypic.com/28b673p.jpg" alt="Gincana" />Se o vídeo não convenceu&#8230; Ou não pegou&#8230; Taí a foto pra provar!</div>
<p>Um problema quanto à mangás aqui no Sul da Terra Brasilis é a dificuldade de contato com grandes editoras, o que o diga contatar para lançamentos. Convenhamos, difícil comparar com os eventos paulistas que são utilizados para que os peixes grandes, JBC e Panini, inundem ainda mais o mercado com seus zetalhões de títulos por mês. Ainda assim, é interessante ver como tanta gente investe em &#8220;artesanato&#8221; e compra de importados. É possível comprar desde aquela capinha pra celular com a imagem de Naruto impressa em um dos lados até artigos redundantemente originais japoneses importados (como uma certa estatueta do Ruffy que agora figura na minha estante). De fato, gosto de referenciar o supra-citado Anime Friends como o maior feirão do meio por aqui. Em quatro dias de evento, a coisa que mais fiz foi comprar, comprar e comprar. No AniVenture sempre tem figurinhas carimbadas, como a Nyanko Shop, lojinha da excelentíssima Nyanko, a Sra. AniVenture.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://i53.tinypic.com/30iazpy.jpg" alt="Gincana" class="centro"/>Mas como tem lojista empolgado por aí não? Agradeço as fotos ao pessoal do evento.</div>
<p>Eu disse lá atrás que o evento tenta fazer com que o participante entre na brincadeira, certo? Talvez o mais acertado seja o palco sempre lotado de apresentadores, fazendo jogos e outros tipos de diversão aleatória com o público. Só que o destaque deste ano foi o Quest Center, uma espécie de stand no qual era possível pegar pequenas missões pelo evento para ganhar uns brindes. Legal, maneiro, meio truncado, já que algumas coisas ficaram meio aéreas, mas vale a experiência. E como vale. Participando da gincana, ganhei uma quest que nem sabia! Conclusão: Querendo ou não, é a melhor forma de você realmente participar do evento, já que você se torna parte da atração, parte do tema.</p>
<div class="legendacentro"><img src="http://i53.tinypic.com/1zvab94.jpg" alt="Gincana" class="centro"/>Esqueci de comentar&#8230; O AV também sediou a etapa Sul do Yamato Cosplay Cup!</div>
<p>Finalizando, o AniVenture não é exatamente o maior evento de todos no Sul, mas é um dos mais promissores. Pode se esperar muito das próximas edições e é provável que em pouco tempo ele seja referenciado ao falar de ideias diferentes. Não por uma atração ou outra em especial, mas pela promessa de imersão no tema, de procura em suprir as várias vontades dos otakus (esses chatos que nunca sabem o que querem&#8230; mea culpa?). E que venha o de 2012&#8230; Oh, péra&#8230;</p>
<p>PS: Minha equipe foi a vencedora da gincana deste ano&#8230; FUCK YEAH!</p>
<p>PPS: Espero que tenham comemorado o Dia da Toalha!</p>
<p>PPPS: E como tinha esquecido de comentar do YCC, nem falei do vencedor, que fez uma boa sátira de Rei Leão no seu cosplay de Regulus, de Saint Seiya &#8211; Lost Canvas.</p>
<div class="shr-publisher-21612"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Feu-fui-aniventure.html' data-shr_title='Eu+fui%21+-+AniVenture'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Feu-fui-aniventure.html'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Feu-fui-aniventure.html' data-shr_title='Eu+fui%21+-+AniVenture'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Direto do Túnel do Tempo&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 23:19:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Black</dc:creator>
				<category><![CDATA[Otaku é a Mãe!]]></category>

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		<description><![CDATA[Putz grila, como eu tô caduco!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img src="http://sakecomsal.com.br/wp-content/uploads/2010/07/oeamnovo.jpg" alt="OEAM" /></p>
<p>Aqueles que lêem o site devem saber que, se eu tivesse uma ficha de Vampiro A Máscara, eu estaria com o status de Ancião tranquilamente. Quando pequeno, via Cavaleiros do Zodíaco de tardinha na Manchete, decorei a abertura do primeiro Dragon Ball, vi a Heróis da TV nascer e morrer e já estava fora da faixa Shounen Jump quando os primeiros mangás aportaram por aqui. Assim, não é de surpresa que o que pra mim significa uma coisa, para vocês é algo completamente diferente, tipo ser chamado de nerd. Sério, quando isso virou um elogio que eu nem vi? 23 anos e já posso tirar a carteirinha de idoso? Well, outra coisa me surpreende, e é o bizarro popular. Digo, há pouco tempo, Shin-Chan era a comédia non-sense, Doraemon era o clássico da doidera e Meu Vizinho Totoro era o fofo fora da razão que deixava as pessoas agoniadas e felizes. E sim, Panty e Stocking, estou olhando pra você ao falar tudo isso.<br />
<span id="more-21552"></span></p>
<p>Comecemos pelo nome desta doidera maravilhosa: Calcinha e Meia-Calça. Oh, really? Digo, considerando que a atual geração foi apadrinhada por Bob Esponja, até que não é tão estranho, mas essa é uma produção do país que pariu Ren &#038; Stimpy, então eu poderia dar um desconto para eles. Se bem que o Japão é pai de Gantz, então elas por elas, os pesos deveriam ser os mesmos. Divago, afinal, mas a verdade é que o nome, apesar de parecer não ter nada a ver com o animê propriamente dito, é tão válido que faz sentido. Durante todos os episódios, as garotas de formato engraçadinho fazem suas loucuras em uma trama que não é roteiro afinal, utilizando inclusive de sensualidade. Aliás, o que mais tem é cunho sexual escondido e é preciso ser muito inocente para não entender a referência a fetiches na caracterização das protagonistas. Não por menos, a Kuroneko é uma irmã perdida de Stocking, abusando do perfil semi-gótica.</p>
<p>E claro, temos também Puella Magi Madoka Magica, ou simplesmente Madoka, a sensação do Fanservice do começo deste ano. Se você não sabe do que falo, aproveite que recém acabou a temporada e baixe, digo, alugue a série inteira para compreender o parágrafo a seguir. Se não tiver vontade ou estômago, simplesmente vá para quase no fim do texto. A verdade é que algum gênio pegou o mangá, que tinha sim sua dose de humor sádico e aperfeiçoou over 9000, aplicando o máximo do gore possível e do mau gosto em uma dose que faria os autores de Saw sorrirem envergonhados. E sabe o pior? Deu certo! Madoka possui um roteiro afiado e uma série de autocitações que fizeram cada uma das atrocidades cometidas valerem a pena. Ficou tão pop que Maria Holic, uma pseudo-comédia-romântico-dramática, fez uma paródia intensa no último episódio, levando os fãs de Madoka a sorrirem alegres com a referência.</p>
<p>Mas e aí? Que que tem isso tudo? Bom, é só que esse é o ponto da questão, uma nova espécie de comédia (?) ou drama bizarro se fez surgir no mainstream. Antes era algo que um entre doze otakus viam, ovacionando como a coisa mais revolucionária desde a criação do acetato, agora é tão popular que gera teorias, polêmicas e, por que não, fandom do fanservice, a coisa mais paradoxal que já disse por aqui. Vamos lá, vocês viram o trailer de Tiger &#038; Bunny e até noticiamos por aqui. Não que Excel Saga, um clássico dos nonsense, fosse normal, mas o seu humor fora do padrão ainda tinha uma linha de raciocínio (?!?) meio quebrada. Katte ni Kaizou, uma estréia desse mês, está aí para provar que esse gênero (tá falando sério, Black?!?) não foi esquecido, deu crias, das bastardas (novamente Panty e Stocking) até as mais fiéis linhagens como Gintama. E não podemos dizer que infectou, de forma positiva e também negativa, os outros mainstreams? Ou acham que certos episódios fillers de Naruto, Bleach, Reborn não são derivados dessa vertente?</p>
<p>Onde quero chegar? Só usei tudo isso como desculpa pra calar um certo discursinho elitista que tenho visto entre os fãs de animês: o de que gêneros não podem passear por outros campos floridos, sendo obrigados a seguir uma única linha. Diabos, o já citado Dragon Ball tinha do drama e suspense à comédia e muito ecchi. E era um animê infantil. E nem por isso deixa de ser um dos mais tradicionais que já vimos por aqui. O que dizer então dos novos, que tentam sobreviver em um mercado muito mais complicado. Por quê? Os subbers são parte do problema. Por mais que eles não baixem a quantidade de espectadores de forma tão drástica, eles facilitam a possibilidade de discussão sobre as qualidades e defeitos de algum animê. Oras, se eu posso ver no computador, parar a hora que quiser e analisar até mesmo se aquele flash pants ou aquela cena oppai (pesquisem) é o suficiente para tornar o animê impróprio ou obsceno (não me culpem, é o principal ponto de debate que vejo desde 2008), posso muito bem destruir a imagem, fazendo com que, de uma hora para outra, ele seja ignorado pelas massas. Madoka é a prova não-viva, já que seu final de temporada foi povoado por hatters, e como sabem, hatters gona hate, não importa o quê. Outra complicação é a ferocidade e dificuldade financeira pela qual os estúdios passam. Muitos estão próximos de fechar e tem de se manter exatamente lançando porcarias, unicamente para ter sucesso temporário e sobreviverem.</p>
<p>Logo, não venham com mimimi, dizendo que hoje em dia é difícil achar animês exclusivamente de um gênero. ESSES são sobreviventes, tentando passar por cima do discurso elitista de antes, que apesar de reclamar deles não existirem, não os prezam, deixando afundar nos limbos das entre-temporadas. E aí, quando saem miscelâneas malucas, logo caem em cima, xingando, independente da qualidade. É ou não é complicado agradar esse povo? Eu já não sei mais o que fazer.</p>
<div class="shr-publisher-21552"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Fdireto-do-tunel-do-tempo.html' data-shr_title='Direto+do+T%C3%BAnel+do+Tempo...'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Fdireto-do-tunel-do-tempo.html'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Fdireto-do-tunel-do-tempo.html' data-shr_title='Direto+do+T%C3%BAnel+do+Tempo...'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Trocando a marca do Saquê</title>
		<link>http://www.sakecomsal.com.br/trocando-a-marca-do-saque.html?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=trocando-a-marca-do-saque</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 12:27:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Black</dc:creator>
				<category><![CDATA[Otaku é a Mãe!]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu juro que não é pelo preço...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Falaí, macacada. Tudo sussa? Bom, hoje é segunda, mas não é dia de <strong>Otaku é a Mãe!</strong> então já deixo claro que isto NÃO É minha coluna. Na verdade eu vim explicar algumas das novidades que o <strong>Sake com Sal</strong> está apresentando neste mês de Abril. Se quiser ler um texto meu, dá uma olhada <a href="http://www.baconfrito.com/o-mundo-surreal-de-snyder.html">NESTE</a>, contribuição para o nosso irmãozinho caçula, e mais bem sucedido (o maldito&#8230; DAMN! AOE, olha ele, olha ele!), <strong>Bacon Frito</strong>. Se quiserem saber o que eu e a equipe andamos aprontando, continuem por aqui!<br />
<span id="more-21510"></span></p>
<p>A princípio nada muda e tudo muda. As resenhas continuam saindo, assim como as colunas, mas com mudanças estruturais profundas. A começar pelas críticas de animê e mangá. Não mais os redatores ficarão patinando, procurando por qualquer coisa boa para sugerir. Agora cada um tem seus gêneros selecionados, falando daquilo que gosta e conhece, seja de um bom ou mau animê, de suas qualidades e defeitos. E cada gênero tem um dia específico na semana para sair, mas não vou dizer quais, vou deixar vocês curtirem na ansiedade. O legal é que um gênero pode repetir no mesmo mês e com certeza alguns vão. Ou acham que vou deixar passar meses comemorativos como Outubro? Esperem e verão.</p>
<p>As colunas sofreram mudanças um tanto mais estéticas. O <strong>Mundo Otaku</strong> será uma coluna muito mais parecida com o OEAM agora, só que informativo (afinal, ninguém lê minha coluna pra se informar de verdade né? Cês só curtem me ver estraçalhando alguma coisa) e com mais cara de divulgação da cultura japonesa em geral. Ou seja, pode ser que vocês finalmente compreendam o que é e como se toma saquê (ou Sake, como no original) se ficarem antenados&#8230; E algum vagabundo se prestar a escrever sobre isso.</p>
<p>O Otaku é a Mãe! também vai parar com a vagabundagem das listas, mas porque o <strong>NTop</strong> agora é fixo. Uma vez por mês eu farei um, sobre diversos temas, e acompanhando idéias que surgirem nos comentários. Assim, sempre haverá um NãoTop para que vocês possam me xingar porque não citei animê/personagem/game X ou Y. O <strong>Expresso Oriente</strong> continua, quase intocado. Aos poucos ele tem assumido uma cara mais dinâmica e mais engraçada. Se é que é possível. Além disso, o <strong>DesAnimado</strong> e o <strong>Dublado em Japonês</strong> se tornarão mais frequentes, assim como o <strong>Taikô Barulhento</strong>&#8230; Se o Presunto, vulgo Chester, parar de ir pro forno.</p>
<p>Espero que vocês aproveitem as mudanças e possam dar sugestões. Além disso, estamos procurando novos redatores para falar de certos gêneros que ninguém quis assumir (como Ficção Científica) então se você tem curiosidade, vontade e bom humor mande um email para black@sakecomsal.com.br que eu retornarei pra você. Até!</p>
<div class="shr-publisher-21510"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Ftrocando-a-marca-do-saque.html' data-shr_title='Trocando+a+marca+do+Saqu%C3%AA'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Ftrocando-a-marca-do-saque.html'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.sakecomsal.com.br%2Ftrocando-a-marca-do-saque.html' data-shr_title='Trocando+a+marca+do+Saqu%C3%AA'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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