Otaku é a Mãe!

LEDD


Atualizado: Texto corrigido pela dica do Nobunaga e do Vinícius Cordeiro. Realmente, Holy é da Érica. Mals aí.
Atualizado 2: E mais gente comentou do erro com as autoras. Gomennasai, Petra Leão. Sumimasen, Érica Awano. Não vai mais acontecer. =X

Eu já falei disso antes, mas não dei a devida atenção, porque até então era um projeto online com poucos capítulos. Bom, até agora, já que na semana passada recebi em casa a primeira edição encadernada de LEDD, com vários extras e páginas coloridas, mas estou me adiantando. Falemos um pouco antes do que é a obra e o que ela representa. Simbora cambada!
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Avalanche Mangá: Como a indústria acabou com o seu bolso

Eu não compro muitos mangás. Não desde 2009, acredito, e olha que naquela época eu colecionava uns dez por mês. Minha prateleira está cheia deles, e isso que muitos amigos afirmam ter o dobro, talvez triplo da minha coleção. Não é que não goste, acreditem, adoro e gostaria de ter o naipe deles. É algo que planejo para um futuro distante, mas não agora. Repito: não é que eu não goste, é só que, como muitos dos fãs de quando os mangás surgiram no Brasil, na onda de 2000, eu cresci, fiquei sem dinheiro para colecionar tantos mangás e agora sou obrigado a escolher entre eles. Essa é a história da indústria de quadrinhos e como ela ferrou com os fãs.
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A Morte ronda os mangás

Deixem-me apresentá-los ao novo contratado do ScS… Este é o Troll do Spoiler. Ele ficará aqui, na entrada do site e sempre que alguém ler algum texto com ele saberá: TEM SPOILER, PÔ! Sim, isso também quer dizer que se alguém quiser reclamar depois por saber que a Saori é Athena ou que o Naruto é filho do Quarto Hokage, bom, ele estará aí pra vocês poderem se entender. Divirtam-se.

centerO nome dele é Horácio. Tratem-no bem. Ah, e ele é criação de Karu Panda Ltda.

Sabe, deve ser realmente difícil escrever uma série longa em uma revista shounen. Tão difícil quanto é escrever em uma shoujo, josei ou afins, mas acredito que o shounen está na categoria mais criminosa, do tipo que mata bons autores de uma semana para a outra. Em um mercado cada vez mais competitivo em que sua opinião é sim importante (lá no Japão tem pesquisa em mangás, como visto em Bakuman, que determinam o que é cancelado e o que continua), é normal que certas medidas sejam tomadas para sacudirem as estruturas das histórias que estão sendo contadas. Muitas coisas como novos poderes, novos vilões e até mesmo fanservice são utilizados. Mas nada, eu garanto, NADA é mais dramático que uma morte de um personagem importante. E isso vale pra todos os gêneros que eu citei antes.
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A Jornada do Herói

hero

Apesar do nome remeter a um elemento presente em fantasias (como o clássico Guerra nas Estrelas), a Jornada do Herói é mais do que uma simples alusão ao velho “Garoto ou Garota é afrontado por intenso inimigo, levado a um treinamento, provável perda do mestre ou mestra e então enfrenta o vilão”. É qualquer (generalizando, claro) passagem de um personagem do seu mundinho perfeito (ou não, tem uns aí que não são isso tudo) para um caminho tortuoso de conquistas e derrotas, culminando no confronto com o seu antagonista. Vai desde Ichico Kurosaki correndo atrás de Byakuya em Bleach a Sakura tentando pegar todas as cartas em Sakura Card Captors. É profundo e deve ser, mais do que tudo, respeitado. Ou no mínimo bem contrariado.
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Matusaléns com rosto de criancinha

Sabe, existe um efeito muito interessante em personagens de animê: Envelhecem em uma escala conhecida como inversão de Tsunade. Se for homem, suas rugas aparecerão já aos 30, e então daí em diante só ganhará cabelos brancos. Aos 70 ficará com a famosa curva de Quasímodo. Já as mulheres só aparentam idade com 45~50 anos e então pulam para as velhinhas de vez aos 70, fazendo par de vaso com os homens. Porém, algumas criaturas querem ir mais além e quebram totalmente as regras, permanecendo como lolis, crianças ou quem sabe até mesmo parecerem do sexo oposto, como os 6 desta lista, os melhores exemplares que consegui arranjar no “asilo”.
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Mimimi Nacional

MIMIMI

Não sou um leitor com preconceitos. Por isso, sou capaz de ler do mais mequetréfe dos mangás ao mais brilhante, sem ter os surtos psicóticos que me fariam querer esganar o autor. Bom, tirando aqueles tão doces, mas tão doces que me fazem ter diabetes só de ler a primeira página, mas aí é caso clínico. Só que há um porém, e dos grandes: o termo muito utilizado nos últimos três anos, “mangá nacional”. Eu admito, nunca li e não tenho o mínimo interesse de ler Luluzinha Teen ou Didi em Mangá (ou como se chamar o subproduto Didi e Lili), todavia, já tive em mãos e passei os olhos por vários Turma da Mônica Jovem. E, claro, sou da geração Holy Avenger, então conta, certo? Errado. Mangá nacional é algo bem diferente e é o tema aqui hoje. De novo. Eu sei, já falei sobre isso, mas uma certa coisa que achei na banca reativou o debate. Vamos lá então.
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Joguinho novo pra vocês

VANGUARD

Teve uma época em que YuGiOh era o assunto de todo mundo, tinha um animê meio mequetrefe na tevê (que na real era bom, mas tinha uma propaganda TÃO ruim que pareceu ruim), um jogo de cartas nas livrarias e lojas especializadas (vulgo salinha de fundo de quintal que vendia Magic) e a polêmica envolvendo o Rei Caveira (que todo mundo dizer ser a carta do DEMO!!!) fazia os programas de domingo terem pauta pra meio ano. Só que o tempo passou, YuGiOh de cartas ficou realmente divertido e depois mais complexo do que deveria, o animê teve várias continuações, uma mais estranha que a outra e a polêmica passou pra outros joguinhos. Hoje, está no limbo de Beyblade. Só que, assim como Pokémon, YuGiOh teve crias, pequenos clonezinhos, uns bons, mas que nunca sairam do Limbo, e outros tão ruins que prefiro esquecer que existiram. Entre eles, um destaque: Cardfight! Vanguard. Promissor… Será?
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Eu fui! – AniVenture

AV

Normalmente eu faria disto um Otaku é a Mãe! mas não será o caso dessa vez. Podem até alegar que está bem atrasado, mas eu justifico: Gastei esta semana e meia pesquisando bastante antes de fazer um review de evento, coisa que não faço há… Diacho, acho que nunca publiquei um aqui. Uárévá, me dêem um desconto, o AniVenture merece uma boa observada e acreditem, em breve vocês ouvirão tanto dele quanto do SanaFest ou, quem sabe algum dia, AnimeDreams e AnimeFriends. Se não conhecem este evento, sejam bem vindos, a Vila Anivennturiah acabou de fechar, mas está sempre aberta para o ano que vem. Sigam-me, desbravadores.
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Direto do Túnel do Tempo…

OEAM

Aqueles que lêem o site devem saber que, se eu tivesse uma ficha de Vampiro A Máscara, eu estaria com o status de Ancião tranquilamente. Quando pequeno, via Cavaleiros do Zodíaco de tardinha na Manchete, decorei a abertura do primeiro Dragon Ball, vi a Heróis da TV nascer e morrer e já estava fora da faixa Shounen Jump quando os primeiros mangás aportaram por aqui. Assim, não é de surpresa que o que pra mim significa uma coisa, para vocês é algo completamente diferente, tipo ser chamado de nerd. Sério, quando isso virou um elogio que eu nem vi? 23 anos e já posso tirar a carteirinha de idoso? Well, outra coisa me surpreende, e é o bizarro popular. Digo, há pouco tempo, Shin-Chan era a comédia non-sense, Doraemon era o clássico da doidera e Meu Vizinho Totoro era o fofo fora da razão que deixava as pessoas agoniadas e felizes. E sim, Panty e Stocking, estou olhando pra você ao falar tudo isso.
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Trocando a marca do Saquê

Falaí, macacada. Tudo sussa? Bom, hoje é segunda, mas não é dia de Otaku é a Mãe! então já deixo claro que isto NÃO É minha coluna. Na verdade eu vim explicar algumas das novidades que o Sake com Sal está apresentando neste mês de Abril. Se quiser ler um texto meu, dá uma olhada NESTE, contribuição para o nosso irmãozinho caçula, e mais bem sucedido (o maldito… DAMN! AOE, olha ele, olha ele!), Bacon Frito. Se quiserem saber o que eu e a equipe andamos aprontando, continuem por aqui!
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