Otaku é a Mãe!

O fim de clássicos e o início de um novo tempo

Oficialmente, Bakuman como mangá terminou sua saga e Bleach está na fase final, mas o anime já jogou a toalha. Claymore entregou sua página final semana passada, apesar de haverem boatos de que a história de Claire vai ganhar um revival apenas para explicar o que ficou em aberto. Naruto também segue pra sua última guerra, mesmo que enrole há algum tempo dando destaque a personagens que ninguém mais ligava. Dos grandes mangás da Shounen Jump, só One Piece restará. “Clássicos”, mais pela longa estrada que por excelência, estão deixando fãs órfãos, fechando uma era, mas sem exatamente dá-la por encerrada.
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Hora de revisar a lixeira

Dropar ou não dropar? Assistir algo até o final, mesmo jurando que não é bom? Ou simplesmente deixar de lado e ver, de vez em quando, notícias sobre, ficando com aquele comichão da curiosidade? Assistir animês é tão complicado quanto assistir séries americanas… Ou talvez até pior. Toda estação mais de uma dezena de novos títulos são criados e outros tanto renovados, além de especiais e filmes, que com certeza precisam ser selecionados. Existem vários motivos, portanto, pra dropar o que, a princípio, parece que menos vai te interessar… Mas será que essa é uma decisão definitiva?
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A difícil vida de um otaku de internet

Você baixa animês. Sim, eu sei que você procura por links em diversos sites, espera que sejam atualizados e então baixa o episódio. Após longos minutos (que podem ser horas se você morar tão no fim de mundo quanto a Bruna e sua internet for ruim) você está sentado diante do PC com o Windows Media Player aberto, apreciando aquela série que talvez nunca chegue por aqui. Não o culpo, este é um hábito muito frequente de um povo que sofre para ter acesso às mídias que gosta. Seja por falta de opção (sinceramente, nossa tevê a cabo pode ser BEM fraca quando quer), seja pela DIFICULDADE, seja pelo alto custo. Não importando os motivos, os subbers são o canal de salvação de muita gente… Ou eram…
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Um dia vai acabar…

Bleach vai acabar. Por favor, analisem bem esta frase. Bleach, o mangá com as batalhas que rivalizam com Dragon Ball em duração, vai acabar. É o tipo de informação que te dá um soco no estômago. Não deveria ser algo difícil de aceitar, mas é. E por quê? Estamos acostumados ou simplesmente é incompreensível que um mangá tão longo chegará logo ao fim? Mas o tão esperando fim não será só para Bleach. Negima, outro mangá longevo (e que há muito se arrasta) também parece estar lá… Se vocês não se importam com spoilers, sigam-me!
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LEDD


Atualizado: Texto corrigido pela dica do Nobunaga e do Vinícius Cordeiro. Realmente, Holy é da Érica. Mals aí.
Atualizado 2: E mais gente comentou do erro com as autoras. Gomennasai, Petra Leão. Sumimasen, Érica Awano. Não vai mais acontecer. =X

Eu já falei disso antes, mas não dei a devida atenção, porque até então era um projeto online com poucos capítulos. Bom, até agora, já que na semana passada recebi em casa a primeira edição encadernada de LEDD, com vários extras e páginas coloridas, mas estou me adiantando. Falemos um pouco antes do que é a obra e o que ela representa. Simbora cambada!
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Avalanche Mangá: Como a indústria acabou com o seu bolso

Eu não compro muitos mangás. Não desde 2009, acredito, e olha que naquela época eu colecionava uns dez por mês. Minha prateleira está cheia deles, e isso que muitos amigos afirmam ter o dobro, talvez triplo da minha coleção. Não é que não goste, acreditem, adoro e gostaria de ter o naipe deles. É algo que planejo para um futuro distante, mas não agora. Repito: não é que eu não goste, é só que, como muitos dos fãs de quando os mangás surgiram no Brasil, na onda de 2000, eu cresci, fiquei sem dinheiro para colecionar tantos mangás e agora sou obrigado a escolher entre eles. Essa é a história da indústria de quadrinhos e como ela ferrou com os fãs.
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A Morte ronda os mangás

Deixem-me apresentá-los ao novo contratado do ScS… Este é o Troll do Spoiler. Ele ficará aqui, na entrada do site e sempre que alguém ler algum texto com ele saberá: TEM SPOILER, PÔ! Sim, isso também quer dizer que se alguém quiser reclamar depois por saber que a Saori é Athena ou que o Naruto é filho do Quarto Hokage, bom, ele estará aí pra vocês poderem se entender. Divirtam-se.

centerO nome dele é Horácio. Tratem-no bem. Ah, e ele é criação de Karu Panda Ltda.

Sabe, deve ser realmente difícil escrever uma série longa em uma revista shounen. Tão difícil quanto é escrever em uma shoujo, josei ou afins, mas acredito que o shounen está na categoria mais criminosa, do tipo que mata bons autores de uma semana para a outra. Em um mercado cada vez mais competitivo em que sua opinião é sim importante (lá no Japão tem pesquisa em mangás, como visto em Bakuman, que determinam o que é cancelado e o que continua), é normal que certas medidas sejam tomadas para sacudirem as estruturas das histórias que estão sendo contadas. Muitas coisas como novos poderes, novos vilões e até mesmo fanservice são utilizados. Mas nada, eu garanto, NADA é mais dramático que uma morte de um personagem importante. E isso vale pra todos os gêneros que eu citei antes.
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A Jornada do Herói

hero

Apesar do nome remeter a um elemento presente em fantasias (como o clássico Guerra nas Estrelas), a Jornada do Herói é mais do que uma simples alusão ao velho “Garoto ou Garota é afrontado por intenso inimigo, levado a um treinamento, provável perda do mestre ou mestra e então enfrenta o vilão”. É qualquer (generalizando, claro) passagem de um personagem do seu mundinho perfeito (ou não, tem uns aí que não são isso tudo) para um caminho tortuoso de conquistas e derrotas, culminando no confronto com o seu antagonista. Vai desde Ichico Kurosaki correndo atrás de Byakuya em Bleach a Sakura tentando pegar todas as cartas em Sakura Card Captors. É profundo e deve ser, mais do que tudo, respeitado. Ou no mínimo bem contrariado.
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Matusaléns com rosto de criancinha

Sabe, existe um efeito muito interessante em personagens de animê: Envelhecem em uma escala conhecida como inversão de Tsunade. Se for homem, suas rugas aparecerão já aos 30, e então daí em diante só ganhará cabelos brancos. Aos 70 ficará com a famosa curva de Quasímodo. Já as mulheres só aparentam idade com 45~50 anos e então pulam para as velhinhas de vez aos 70, fazendo par de vaso com os homens. Porém, algumas criaturas querem ir mais além e quebram totalmente as regras, permanecendo como lolis, crianças ou quem sabe até mesmo parecerem do sexo oposto, como os 6 desta lista, os melhores exemplares que consegui arranjar no “asilo”.
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Mimimi Nacional

MIMIMI

Não sou um leitor com preconceitos. Por isso, sou capaz de ler do mais mequetréfe dos mangás ao mais brilhante, sem ter os surtos psicóticos que me fariam querer esganar o autor. Bom, tirando aqueles tão doces, mas tão doces que me fazem ter diabetes só de ler a primeira página, mas aí é caso clínico. Só que há um porém, e dos grandes: o termo muito utilizado nos últimos três anos, “mangá nacional”. Eu admito, nunca li e não tenho o mínimo interesse de ler Luluzinha Teen ou Didi em Mangá (ou como se chamar o subproduto Didi e Lili), todavia, já tive em mãos e passei os olhos por vários Turma da Mônica Jovem. E, claro, sou da geração Holy Avenger, então conta, certo? Errado. Mangá nacional é algo bem diferente e é o tema aqui hoje. De novo. Eu sei, já falei sobre isso, mas uma certa coisa que achei na banca reativou o debate. Vamos lá então.
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