Knife of Romance

Knife of Romance – Chihaya Furu

Eu havia prometido e agora vou lá cumprir minha promessa: resenhar Chihaya Furu, que está no comecinho ainda, mas já tem tanta, mas tanta coisa para falar dele, que nem sei como começar. Mentira, até sei, fiquei ensaiando um tempão em como ia começar essa resenha.

Poderiam dizer que Chihaya está mais para o La Ventura do que para essa coluna, mas para mim, combina muito mais com romance do que aventura. E porque?
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Knife of Romance – Princessa Ai: O prisma da meia-noite

Lá estava eu, ansiosa há alguns meses com a expectativa de encontrar logo Kimi ni Todoke para comprar (infelizmente até hoje não encontrei), procurando ali, procurando aqui, não achei o que queria, só que me deparei com um mangá com capa bonitinha da Tokyo Pop e licenciado aqui pela Online Editora. Disposta a conhecer um novo mangá e quem sabe iniciar uma nova coleção, comprei. Abri aquele plástico chato e comecei a ler na mesma hora. E pela primeira vez na vida me arrependi de ter comprado um mangá…

Princesa Ai definitivamente é um mangá que não vale a pena as 10 dilmas qe custa. E vou dizer o porquê…
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Knife of Romance – Watashi Ni XX Shinasai

Nas décadas de 80 e 90 saíram muitos filmes tirando sarro de Nerds, colocando tanto como excluídos sociais como heróis de uma geração. Entre muitos mitos quebrados, havia aquele do “Nerds também amam”. Estas linhas introdutórios são uma encheção de linguiça patrocinadas por Théo Salames Ltda., com o intuito de dizer que eu também posso falar de romance sem ser exatamente meloso ou bizonho. Este é sim um Knife of Romance, e eu vou falar de um mangá com um roteiro bom demais. Divirtam-se.
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Knife of Romance #01 – Kaichou Wa Maid Sama

A maioria das pessoas têm algum fetiche, que não precisa ser necessariamente sexual. Eu tenho os meus, meu namorado tem os dele, o Chefe também, ninguém dessa redação escapa e até me arrisco a dizer que todos os leitores deste site também têm os seus… (Não minta que é feio…). E se existe um pessoal que tem muitos fetiches (alguns bem estranhos) são os japoneses. Um desses são as maids, tanto que existem cafés cuja principal atração são as garçonetes vestidas como adoráveis empregadas domésticas de animê, com toda aquela aura de “Faça o que o mestre mandar”.

Muitas maids de animê são famosas, como por exemplo, Asahina Mikuru de Suzumiya Haruhi, Mahoro de Mahoromatic e a lista é bem grande (e sim, só me lembro dessas). Então, hoje apresentarei a vocês mais uma maid, mas meio diferente…
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Clover (CLAMP)

Existem histórias que nos cativam pelo modo como são contadas, outras por causa de seus personagens e ainda existem aquelas (raras inclusive) que nos cativam pelos sentimentos que sentimos(nota do revisor: e pelos que não sentimos?). Sou uma fã declarada do grupo CLAMP, desde a minha mais tenra e inocente infância, quando me deparei com o primeiro trabalho deles: Sakura Card Captor. SCC me cativou pelos seus personagens e me fez querer conhecer ainda mais o trabalho do quarteto de garotas. Logo depois, conheci Tsubasa Reservoir Chronicles, cuja história me fisgou completamente.

Fuçando ali e aqui descobri em certa revista uma lista de trabalhos terminados, em hiatus e abandonados. Entre estes trabalhos dois me chamaram a atenção: Clover e Kobato. Mas havia um porém: ambos estavam em hiatus. Triste fim do início de uma paixão…
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