D. Gray-Man

DGMan

Mesmo atrasando, a Panini trouxe o tão esperado mangá pro Brasil. Comprei o volume 1 há algum tempo e só o que tenho a dizer é que fiquei… estupefato.

Apesar de algumas boas críticas sobre o anime/mangá, eu não sabia se botava muita fé. Aí eu li e, como eu tenho um gosto estranho, sempre repasso pra um amigo comprar/ler/ver também. Como acontece com todos os animes/mangás bons, ele viciou. Já assistiu todos os episódios do anime E está comprando o mangá. Só que diferente do que acontece na maioria das vezes, ele mal se aguenta com um mísero mangá por mês, então ele tá até lendo os SCANS! Isso, pra mim, é um bom jeito de saber se algo é bom ou não é.

Agora o D.Gray-Man tá na segunda edição aqui no Brasil, e a terceira deve sair essa semana mesmo.

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Quanto aos traços, não deixa nada a desejar. A arte é ótima, nada muito sujo que você não consiga entender, nem muito limpo e sem graça. A história é, apesar de envolvente, bastante traçada com humor. Além das cenas engraçadas na própria história e do vilão com cara de bobo, a cada divisão de capítulo, como já é até comum, a autora coloca algum comentário sobre os desenhos, os personagens, sobre a história, etc.

Allen Walker é o personagem principal da história e por ter uma Innocence no braço, que é todo deformado e estranho, ele foi abandonado e depois acolhido por Mana Walker. Mas aí, Mana morreu e acabou sendo transformado em Akuma pelo próprio Allen, que foi amaldiçoado por isso. Ah, Akuma? Akumas são, basicamente, “armas” criadas pelo Conde do Milênio, o vilão do mangá, a partir de máquina, alma e tragédia. Basicamente, o Conde costuma armar essas tragédias, depois se oferece pra ressuscitar a pessoa amada que sofreu a tragédia. Assim, a alma dessa pessoa é embutida na máquina e é criado um akuma. Do outro lado estão os exorcistas, que são um grupo de pessoas com armas anti-akuma, as innocence, que estão tentando deter o Conde.

Um ponto fraco do mangá é que praticamente TODOS os personagens são muito femininos. No segundo mangá, eu só fui saber que aquela mulher da capa era na verdade O Kanda numa das notas entre os capítulos da autora, na qual ela diz: “É tão difícil desenhar homem bonito”

Que mais eu posso dizer?
Ah, sim, no mangá cê vai acabar encontrando vários contos “paralelos”. Não fillers, pois fazem realmente parte da história principal, mas que também tem uma história à parte. Bem, a do segundo mangá, “O Ancião de Barro e a Ária de Uma Noite Triste” é muito… tocante. A autora disse que foi mais ou menos inpirado no conto tradicional do teatro japonês “Koi no Omoni”. Tenho que lembrar de procurar algo sobre isso depois… Hmm…

Ah, sim, a editora é a Panini, e o preço é 9,90

D.Gray-Man

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D.Gray-Man
Lançamento: 2009(Brasil), 2004(Japão)
Arte: Katsura Hoshino
Roteiro: Katsura Hoshino
Número de Páginas: 200
Editora:Panini