Matusaléns com rosto de criancinha

Sabe, existe um efeito muito interessante em personagens de animê: Envelhecem em uma escala conhecida como inversão de Tsunade. Se for homem, suas rugas aparecerão já aos 30, e então daí em diante só ganhará cabelos brancos. Aos 70 ficará com a famosa curva de Quasímodo. Já as mulheres só aparentam idade com 45~50 anos e então pulam para as velhinhas de vez aos 70, fazendo par de vaso com os homens. Porém, algumas criaturas querem ir mais além e quebram totalmente as regras, permanecendo como lolis, crianças ou quem sabe até mesmo parecerem do sexo oposto, como os 6 desta lista, os melhores exemplares que consegui arranjar no “asilo”.
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Mimimi Nacional

MIMIMI

Não sou um leitor com preconceitos. Por isso, sou capaz de ler do mais mequetréfe dos mangás ao mais brilhante, sem ter os surtos psicóticos que me fariam querer esganar o autor. Bom, tirando aqueles tão doces, mas tão doces que me fazem ter diabetes só de ler a primeira página, mas aí é caso clínico. Só que há um porém, e dos grandes: o termo muito utilizado nos últimos três anos, “mangá nacional”. Eu admito, nunca li e não tenho o mínimo interesse de ler Luluzinha Teen ou Didi em Mangá (ou como se chamar o subproduto Didi e Lili), todavia, já tive em mãos e passei os olhos por vários Turma da Mônica Jovem. E, claro, sou da geração Holy Avenger, então conta, certo? Errado. Mangá nacional é algo bem diferente e é o tema aqui hoje. De novo. Eu sei, já falei sobre isso, mas uma certa coisa que achei na banca reativou o debate. Vamos lá então.
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Joguinho novo pra vocês

VANGUARD

Teve uma época em que YuGiOh era o assunto de todo mundo, tinha um animê meio mequetrefe na tevê (que na real era bom, mas tinha uma propaganda TÃO ruim que pareceu ruim), um jogo de cartas nas livrarias e lojas especializadas (vulgo salinha de fundo de quintal que vendia Magic) e a polêmica envolvendo o Rei Caveira (que todo mundo dizer ser a carta do DEMO!!!) fazia os programas de domingo terem pauta pra meio ano. Só que o tempo passou, YuGiOh de cartas ficou realmente divertido e depois mais complexo do que deveria, o animê teve várias continuações, uma mais estranha que a outra e a polêmica passou pra outros joguinhos. Hoje, está no limbo de Beyblade. Só que, assim como Pokémon, YuGiOh teve crias, pequenos clonezinhos, uns bons, mas que nunca sairam do Limbo, e outros tão ruins que prefiro esquecer que existiram. Entre eles, um destaque: Cardfight! Vanguard. Promissor… Será?
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Eu fui! – AniVenture

AV

Normalmente eu faria disto um Otaku é a Mãe! mas não será o caso dessa vez. Podem até alegar que está bem atrasado, mas eu justifico: Gastei esta semana e meia pesquisando bastante antes de fazer um review de evento, coisa que não faço há… Diacho, acho que nunca publiquei um aqui. Uárévá, me dêem um desconto, o AniVenture merece uma boa observada e acreditem, em breve vocês ouvirão tanto dele quanto do SanaFest ou, quem sabe algum dia, AnimeDreams e AnimeFriends. Se não conhecem este evento, sejam bem vindos, a Vila Anivennturiah acabou de fechar, mas está sempre aberta para o ano que vem. Sigam-me, desbravadores.
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Direto do Túnel do Tempo…

OEAM

Aqueles que lêem o site devem saber que, se eu tivesse uma ficha de Vampiro A Máscara, eu estaria com o status de Ancião tranquilamente. Quando pequeno, via Cavaleiros do Zodíaco de tardinha na Manchete, decorei a abertura do primeiro Dragon Ball, vi a Heróis da TV nascer e morrer e já estava fora da faixa Shounen Jump quando os primeiros mangás aportaram por aqui. Assim, não é de surpresa que o que pra mim significa uma coisa, para vocês é algo completamente diferente, tipo ser chamado de nerd. Sério, quando isso virou um elogio que eu nem vi? 23 anos e já posso tirar a carteirinha de idoso? Well, outra coisa me surpreende, e é o bizarro popular. Digo, há pouco tempo, Shin-Chan era a comédia non-sense, Doraemon era o clássico da doidera e Meu Vizinho Totoro era o fofo fora da razão que deixava as pessoas agoniadas e felizes. E sim, Panty e Stocking, estou olhando pra você ao falar tudo isso.
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Sashimi Curioso – Ryokan

SCR

Fazia tempo que o Sashimi não aparecia por aqui. Mas agora, na base dos contatos, eu cheguei a uma entrevista um pouco melhor do que o nível normal disso aqui. Depois da ótima conversa com a Sony e de rir com o Nighty, foi a vez de curtir o som da Ryokan. Falei um bocado com a banda e acho que fiz o maior texto do Sake com Sal, apenas pra ver a simpatia dos gêmeos que fazem parte do grupo desde a raiz e de confirmar que nem todo guitarrista fala pouco. Pelo contrário, o Vinny dominou a maior parte do papo, deixando pro Tiago e pro Felipe tempo suficiente para eles demonstrarem a confiança desse pessoal. Confiram aí e aproveitem para ouvi-los em algum evento.
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NTOP – Seis Esposas

Em animês, principalmente shounen, aparecem muitas, mas muitas garotas lindas, curvilíneas, dengosas (ou não) com grandes habilidades na cozinha, com crianças, administrativas e etc. etc. e etc. que o personagem principal ou não vê ou é irmão/primo/pai (o que não impede, não é, fãs de incesto) e que seriam excelentes ladys, damas de casa da mais alta estirpe… E que muita gente queria pra casar mesmo. Esta minha humilde lista não valoriza a todas (senão ela seria infinita), mas seleciona seis delas para representarem a categoria. Se você não tem medo de se encantar (e ser mais um doido apaixonado por uma personagem) então siga-me.
PS: Sim, este é um texto com muito machismo. Não curtiu, procure um da Bruna. GO.
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Trocando a marca do Saquê

Falaí, macacada. Tudo sussa? Bom, hoje é segunda, mas não é dia de Otaku é a Mãe! então já deixo claro que isto NÃO É minha coluna. Na verdade eu vim explicar algumas das novidades que o Sake com Sal está apresentando neste mês de Abril. Se quiser ler um texto meu, dá uma olhada NESTE, contribuição para o nosso irmãozinho caçula, e mais bem sucedido (o maldito… DAMN! AOE, olha ele, olha ele!), Bacon Frito. Se quiserem saber o que eu e a equipe andamos aprontando, continuem por aqui!
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Bandas Covers e a J-Music

JMusic

Amigos meus têm uma banda de cover de J-Music e de vez em quando a gente conversa sobre o assunto no MSN. Uma certa vez, o vocalista veio e disse pra mim algo assim: “Cara, como tem gente que prefere ouvir porcaria conhecida a música de verdade”. Eu refleti muito no assunto (mentira, pensei nisso no ônibus vindo pro trampo) e cheguei a conclusão que ele estava bem certo, mas falou do jeito errado. O brasileiro passou tanto tempo ouvindo as mesmas animesongs (sem dar nome aos bois, como disse ele), que não se importou em conhecer o que havia por trás da indústria dos Openings e Endings de animê.
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11 ao Quadrado = 22?!?

OEAM

Pô, Black, mas tu tá sem idéia hein? Agora tá de fazer lista? Acalma-te, pequeno gafanhoto com síndrome de chihuahua. Não é nada disso. Como minha última lista teve um retorno interessante, alguém dos bastidores (vulgo Sra. Black) virou para mim e disse: “Hei, mas tu vai esquecer do elemento mais poderoso de todos nos núcleos familiares?” Aí eu virei e disse “AHN?!?” e ela: “Gêmeos, é claro, meu marido estúpido” e como meu contrato me impede de negar sugestões do tipo, eu gostei da idéia e trago para vocês. Além do quê, preciso me desculpar publicamente com a Bruna por ter lançado uma versão final do texto anterior sem creditá-la. Segue a propaganda gratuita:

“No meu texto anterior, três posições foram privilégios da Bruna: Honhenheim, o pai da Sakura e Dragneell. Muito grato à minha secretária e atual musa do Sake com Sal pelas idéias que me cedeu.”

A lista, é claro, tem dois critérios importantes: O fator relevância na história e o fator carisma. É óbvio que para uma lista dessas eu elencaria 11 colocados. Vai, vocês entenderam… 11, 1+1? 11 vezes 2 (onze pares de gêmeos) igual a 2 patinhos na lagoa? Bingo? Não deu… Mesmo assim, aqui estão os 11 pares de gêmeos preferidos deste escritor aqui e que merecem ser lembrados pelo Sake com Sal, sem ordem de preferência… Mas é claro que eu não vou deixar de comentar os prós e contras da relação deles.
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