Animes que marcaram minha infância – Dragon Quest

DQ

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Como quase todos os animes que aqui chegam tem seus nomes originais substituídos por outros muito criativos (Samurai X foi o meu limite), Dragon Quest Dai no Daiboken não escapou desta violência e foi batizado de Fly, o Pequeno Guerreiro (esses nomes fazem meu saco doer).

Inicialmente em 1990 foi lançado em mangá contendo 37 edições pela Shonen Jump, e logo depois em 1991 pelas mãos da Toei Animation se tornou anime, mas devido à sua baixa audiência (Eu gostava, orra!!) não passou dos 46 episódios. Logo então transmitido em terras tupiniquins pela SBT em 1996.

Baseado no jogo de RPG de mesmo nome, Dragon Quest conta a história do pequeno batutinha garoto chamado de Fly (Dai é seu nome original, até isso eles mudam…) que foi adotado ainda bebê pelo monstro Blass. Suas aventuras começam quando ele parte para salvar seu amigo Gomen, e logo em seguida conhece a princesa Leona.
Agora ele passa a ser treinado pelo grande herói Avan, e a partir daí começam a enfrentar grandes criaturas a mando de Huddler, nosso vilão da história.

Ao decorrer das aventuras se percebe que sempre diante do perigo, surge na testa de Fly um símbolo lembrando uma cabeça de dragão, que mais tarde se descobre que ele é nada além do que filho do Lord Dos Dragões Baran, e com esse poder oculto se torna o guerreiro mais poderoso do planeta, LOLOLOL!!!!!!!!!!!!!

Tudo bem Fly não foi nenhum CRÁSSICO entre os animes, mas mereço crédito. Eu era um moleque, e pelo menos eu gostava de ver pancadaria, que era algo que Fly tinha muito, tem criança que assistia Beyblade.